Brasil registra 2.012 novas mortes por Covid-19 e total atinge 461.057

Também foram contabilizados, de acordo com a pasta, 79.670 novos casos de coronavírus, com o total de infecções no país avançando para 16.471.600.

O Brasil possui o segundo maior número de mortes por Covid-19 no mundo, abaixo apenas dos Estados Unidos, e a terceira maior contagem de casos confirmados de coronavírus, atrás dos EUA e da Índia.

O boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), alertou na sexta-feira para uma tendência de crescimento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) na maioria dos Estados, enquanto os locais que verificam estabilização têm permanecido com os índices em patamares elevados, similares aos picos registrados ao longo de 2020.

Estado brasileiro mais afetado pela Covid-19, São Paulo chegou neste sábado às marcas de 3.254.893 casos e 111.123 mortes.

Minas Gerais é o segundo Estado com maior número de infecções pelo coronavírus registradas, com 1.564.200 casos, mas o Rio de Janeiro é o segundo com mais óbitos contabilizados, com 50.550 mortes.

O governo federal ainda reportou 14.869.696 pessoas recuperadas da Covid-19 e 1.140.847 pacientes em acompanhamento.

(Por Paula Arend Laier)

Manifestantes pedem saída de Bolsonaro e vacinas contra Covid-19

Os protestos foram convocados em todas as regiões do país por movimentos sociais, entidades estudantis, partidos políticos, centrais sindicais e até mesmo torcidas organizadas.

Entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE), a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), e o coletivo Democracia Corinthiana, além de integrantes de partidos como PSOL e PT, haviam divulgado a realização dos este sábado em sites e redes sociais.

Nas manifestações podiam ser vistas muitas faixas e cartazes com palavras de ordem e a citação “Fora Bolsonaro”, “Fora Genocida” e “Impeachment Já”. Um boneco inflável do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a faixa presidencial também apareceu no Rio de Janeiro.

Na capital fluminense, centenas de pessoas começaram a se concentrar logo cedo em frente ao monumento de Zumbi dos Palmares e saíram em caminhada pelas ruas do centro da cidade. O assassinato da vereadora Marielle Franco e as mortes de moradores de favelas em operações no Rio foram lembrados.

“É um dever, de quem luta pela democracia e acredita que esse governo não nos serve mais, não serve ao povo e tem como projeto político nos matar. A gente veio para a rua porque não teve alternativa”, afirmou a vereadora Mônica Benicio (PSOL-RJ), viúva de Marielle Franco, assassinada em 2018.

O carro de som que acompanhava a manifestação no Rio pedia para as pessoas usarem máscara e não se aglomerarem , mas as concentrações foram inevitáveis. Em várias cidades, a percepção era de que a maioria dos participantes usava máscaras.

Em Brasília, os manifestantes caminharam pela Esplanada dos Ministérios, em clima pacífico, sem confusões. Chamou a atenção a imagem do advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, vestido com uma camiseta da seleção brasileira de futebol dançando em meio aos protestos na capital federal.

Mas nem todos os atos foram tranquilos. Em Recife, segundo o portal G1, durante o ato, a Polícia Militar atirou balas de borracha e gás lacrimogênio contra os participantes. A manifestação terminou por volta das 13h.

Também houve atos em Belo Horizonte (MG), Florianópolis (SC), Belém (PA), João Pessoa (PB), Salvador (BA), Aracaju (SE), Maceió (AL), Teresina (PI), Recife (PE), Palmas (TO), Porto Velho (RO) e São Luís (MA), segundo o portal UOL. Em São Paulo, a previsão era de que protestos ocorram nesta tarde.

(Reportagem de Paula Laier, em São Paulo, Rodrigo Viga Gaier e Sérgio Queiroz, no Rio de Janeiro, e Ueslei Marcelino, em Brasília)

Seca gera disputa pela água contra racionamento de energia no Brasil

Por Luciano Costa e Rodrigo Viga Gaier

O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), liderado pelo Ministério de Minas e Energia, disse após reunião extraordinária na quinta-feira que a escassez de chuvas faz com que seja importante flexibilizar restrições à operação de algumas hidrelétricas, incluindo Jupiá, Porto Primavera e Ilha Solteira, em São Paulo, e Furnas, em Minas Gerais.

Essas medidas, para permitir maior geração de energia ou mais armazenamento em determinadas regiões, precisam ser negociadas com órgãos como a Agência Nacional de Águas (ANA) e o Ibama, por questões ambientais, e muitas vezes com políticos, devido ao turismo na região dos lagos.

O sucesso nessas tratativas é visto como essencial para garantir o atendimento à demanda em 2021, disseram à Reuters duas fontes com conhecimento do assunto.

“Racionamento de energia não está no cenário, mas se não acontecer a flexibilização da vazão, não tem jeito”, disse uma das fontes, que falou sob a condição de anonimato devido à sensibilidade do tema.

“A situação é preocupante? É. Todos temos que estar preocupados e atentos. Mas é desesperadora? Não, não é, ainda temos a carta na manga que é essa flexibilização da vazão.”

Uma segunda fonte foi na mesma linha. “Existe alerta, mas não pânico. Temos recursos desde que sejam flexibilizadas as restrições hidráulicas e as térmicas compareçam. É cedo para falar disso, mas a situação é de total atenção.”

A fonte disse que “ANA e Ibama serão fundamentais”, e que também é preciso alguma torcida por chuvas na região Sul.

“Estamos ‘na mão’ do Sul e de vencermos as flexibilizações hidráulicas”, afirmou, também sob condição de sigilo.

Um racionamento de energia vivenciado pelo Brasil em 2001, que esfriou a economia e atrapalhou planos eleitorais de aliados do então presidente Fernando Henrique Cardoso, tornou discussões sobre o tema praticamente um tabu no Brasil desde então.

Mas o assunto volta ao radar de tempos em tempos, agora depois de o período entre setembro e maio ter registrado os piores níveis de chuvas em 91 anos de histórico no reservatório das hidrelétricas, principal fonte de geração do Brasil.

As flexibilizações na operação de usinas que o CMSE busca, no entanto, podem enfrentar alguma resistência por preocupações ambientais ou mesmo políticas, disse à Reuters um importante técnico do setor.

Medidas sobre vazões também poderiam ter efeitos danosos para setores como o de café, importante na área de Furnas.

“Sendo franco, essa questão vai ser muito difícil, é uma pauta antipática. Acho que vai dar briga, sempre deu”, afirmou, ao lembrar que no passado o governo do presidente Jair Bolsonaro costurou acordos com políticos de Minas Gerais para manter um nível mínimo em lagos como Furnas, que fomentam o turismo.

Nesta sexta-feira, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), criticou duramente o ONS, após a divulgação de informações sobre o pedido do CMSE para flexibilizar a operação de usinas incluindo Furnas.

“O ONS, vinculado ao Ministério de Minas e Energia, apoderou-se das águas brasileiras para o seu propósito único de geração de energia… a previsão de secar os reservatórios do sistema de Furnas, em Minas Gerais, é inaceitável, ainda mais depois dos acordos feitos com a bancada federal do Estado”, escreveu ele no Twitter.

“Essa política energética sem ideias, que não planeja e não pensa em médio e longo prazo, reduz os níveis de água e sacrifica o abastecimento, o turismo, a navegação, a agropecuária, a piscicultura e o meio ambiente”, atacou.

Procurado, o ONS não respondeu especificamente às afirmações do senador, mas disse que decisões sobre flexibilizações operativas serão tomadas pela ANA e encaminhadas ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), “por se tratarem de importantes iniciativas para manterem a segurança no abastecimento”.

CENÁRIO DE ALERTA

O ONS também disse que “o cenário merece atenção”, mas não vê risco de falta momentânea de oferta, ou déficit de potência, “considerando as medidas necessárias para a segurança e a continuidade do suprimento de energia que foram tomadas pelo CMSE”.

O órgão do setor de energia também destacou que “vem reforçando a gestão de todos os reservatórios” e que trabalha junto ao Ibama e à ANA para “assegurar a governabilidade da operação hidráulica das principais bacias da região Sudeste”.

Na quinta-feira, o CMSE alertou que medidas de flexibilização são necessárias para “mitigar o risco da perda do controle hídrico na bacia do rio Paraná”.

A ANA disse em nota que “está realizando a análise da solicitação do CMSE”, sem detalhar.

Já o Ministério de Minas e Energia afirmou que “a situação atual é desafiadora” e que trabalha com foco em “manter o máximo possível de água nos reservatórios” das hidrelétricas.

“O objetivo é garantir que, mesmo com poucas chuvas, seja mantido um volume de água suficiente tanto para geração de energia elétrica quanto para os demais usos da água. Sem um controle adequado das vazões, podem ocorrer impactos a todos os usuários”, afirmou a pasta em nota à Reuters.

As preocupações com o suprimento vêm 20 anos depois do racionamento histórico de 2001, e assim como naquela ocasião também um ano antes de uma eleição, quando geralmente há incentivos à economia em qualquer governo, pontuou a especialista Leontina Pinto, da Engenho Consultoria.

Ela ainda disse que esforços para evitar a qualquer preço uma crise de energia, que incluem o uso em massa de térmicas, mais caras, podem gerar uma pesada conta quando os custos forem repassados à tarifa, o que ocorreu em 2015, após o país ter enfrentado riscos de oferta no ano anterior.

“Meu nível de preocupação é muito alto. A gente consegue uma retomada econômica sem energia? Ou com energia a preços estratosféricos?”, questionou ela.

“Eu tenho um programa aqui de simulações, eu chamo de racionômetro. Brinco que já está no momento de ‘ligar’ ele de novo.”

Brasil tem recordes de taxa de desemprego e pessoas sem trabalho no 1º tri

Por Camila Moreira e Rodrigo Viga Gaier

Os dados divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostraram que a taxa de desemprego chegou a 14,7% nos três meses até fevereiro, de 13,9% nos últimos três meses de 2020.

O resultado da taxa apurada pela Pnad Contínua ficou em linha com a pesquisa da Reuters.

Além de tradicionalmente o mercado de trabalho ser o último a se recuperar em tempos de crise, ele ainda enfrentou em março o recrudescimento das infecções e mortes por coronavírus, que tornaram o Brasil o epicentro mundial da pandemia naquele momento.

“A conjuntura é de crise econômica e de restrições provocadas pela pandemia de Covid. Esse é o pior momento para o mercado de trabalho ao longo da pandemia”, afirmou a analista da pesquisa, Adriana Beringuy. “Temos dois fatores que levam a esse ambiente acentuado: a crise econômica que compromete a absorção dos desocupados e a própria sazonalidade.”

 

RECORDES

Em meio à complicada situação sanitária e ao cancelamento do Carnaval e de outros eventos, o primeiro trimestre terminou com 14,805 milhões de desempregados, renovando o maior contingente da série histórica da Pnad Contínua iniciada em 2012.

O número representou um aumento de 6,3% sobre outubro a dezembro e de 15,2% sobre o mesmo período de 2020.

“O primeiro trimestre é sempre de avanço da desocupação. Aumentar a desocupação no começo do ano não é algo específico, mas um comportamento esperado”, explicou Beringuy.

“Mas tivemos recordes de taxa e desocupação, e a sazonalidade pode estar trazendo o acúmulo do saldo negativo de 2020. À medida que o tempo passa, as pessoas precisam buscar trabalho e isso pressiona a taxa”, completou.

Já a ocupação caiu entre janeiro e março. O total de pessoas ocupadas no primeiro trimestre registrou perda de 0,6% sobre outubro a dezembro, somando 85,650 milhões de trabalhadores, o que marca ainda uma queda de 7,1% sobre o mesmo período do ano passado.

O nível de ocupação caiu 0,5 ponto percentual no período, a 48,4%, permanecendo abaixo da marca de 50% desde o trimestre encerrado em maio do ano passado, o que indica que menos da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país.

“Essa redução do nível de ocupação está sendo influenciada pela retração da ocupação ao longo do ano passado, quando muitas pessoas perderam trabalho”, disse Beringuy, observando que os impactos da pandemia só ficaram visíveis no mercado de trabalho no final de março do ano passado.

O número de empregados no setor privado com carteira de trabalho teve queda de 1,1% nos três primeiros meses do ano sobre o trimestre anterior, enquanto os que não tinham carteira assinada recuaram 2,9%.

No período, eram ainda 23,837 milhões os trabalhadores por conta própria, uma alta de 2,4% sobre outubro a dezembro.

A pesquisa destacou ainda outro recorde, com um total de 5,970 milhões de pessoas desalentadas, aquelas que desistiram de procurar trabalho devido às condições estruturais do mercado.

O total de pessoas subutilizadas, que são aquelas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas ou na força de trabalho potencial, também foi recorde no primeiro trimestre, ao chegar a 33,2 milhões.

Na véspera, o Ministério da Economia informou que o Brasil abriu 120.935 vagas formais de trabalho em abril, no resultado foi o mais baixo do ano.[nL2N2ND1ZQ]

Brasil passa a ter 20% de bovinos livres de aftosa sem vacinação, diz ministra

Por Luciano Costa

“Dia histórico para a pecuária do Brasil”, escreveu ela em mensagem no Twitter, acompanhada de um vídeo junto ao presidente Jair Bolsonaro.

“Isso é um marco na nossa pecuária, 20% de nosso rebanho será livre de aftosa sem vacinação, podendo alcançar mercados que pagam mais”, disse a ministra na gravação.

O reconhecimento de áreas como livres de aftosa sem vacinação contribui para que empresas localizadas nessas regiões tenham acesso a negociações para exportação junto a mercados mais exigentes, que não aceitam o uso da vacina nos rebanhos bovinos como garantia contra a doença.

Embora não cause problemas ao ser humano, a febre aftosa pode reduzir fortemente a produtividade de um rebanho.

A meta do governo é que todo o território brasileiro seja considerado livre de febre aftosa sem vacinação até 2026.

A ministra da Agricultura destacou que o Brasil não tinha novas áreas reconhecidas pela OIE “há mais de dez anos” e disse que a notícia é motivo de comemoração.

O presidente Jair Bolsonaro comentou que o anúncio “é um marco fenomenal”, segundo o vídeo postado pela ministra.

“São divisas para nós e segurança alimentar também”, afirmou ele.

Até o momento, somente Santa Catarina, com rebanho de 4 milhões de bovinos, considerado relativamente pequeno, era reconhecido pela OIE como livre de aftosa sem vacinação.

Pedidos de bens de capital nos EUA aumentam com força em abril

Os pedidos de bens de capital não relacionados à defesa, exceto aeronaves, um indicador para os planos de gastos das empresas, aumentaram 2,3% no mês passado, informou o Departamento de Comércio nesta quinta-feira. O chamado núcleo dos pedidos de bens de capital aumentou 1,6% em março. Economistas consultados pela Reuters previam um aumento de 1,0% nas encomendas de bens de capital.

Os pedidos aumentaram 14,7% no comparativo anual em abril. Embora a demanda nos serviços esteja começando a retornar ao setor de serviços à medida que as vacinações permitem um reengajamento econômico mais amplo, o apetite por produtos continua saudável. Mas a manufatura, que responde por 11,9% da economia dos EUA, está enfrentando escassez de mão de obra e matérias-primas, impactando a produção de algumas indústrias.

As encomendas de bens duráveis, itens que variam de torradeiras a aeronaves e que devem durar três meses ou mais, caíram 1,3% em abril depois de subirem 1,3% em março. Elas foram pressionadas por recuo de 6,7% nas encomendas de equipamentos de transporte, depois de queda de 3,1% em março.

(Por Lucia Mutikani)

BCE e governos podem enfrentar potencial conflito pós-pandemia, diz Weidmann

“Deve ficar claro para todos que não estamos colocando a política monetária a serviço da política fiscal”, disse Weidmann em discurso.

“Para reduzir a probabilidade de conflito entre as políticas monetária e fiscal, é crucial manter as medidas de apoio fiscal direcionadas e limitadas no tempo”, acrescentou.

(Por Balazs Koranyi)

Confiança do consumidor alemão melhora menos que o esperado para junho, aponta GfK

O instituto GfK disse que seu índice de confiança do consumidor, baseado em uma pesquisa com cerca de 2.000 alemães, subiu para -7,0, ante -8,6 no mês anterior em dado revisado.

A previsão da Reuters era de um aumento maior, para -5,2.

Os consumidores estão mais otimistas em relação à sua situação de renda pessoal, bem como ao desenvolvimento econômico geral, mas sua propensão para comprar piorou após três ganhos mensais consecutivos, mostrou a pesquisa.

O especialista em consumo da GfK, Rolf Buerkl, disse que a queda nos casos de coronavírus e o avanço nas vacinações estão abrindo as portas para mais medidas de flexibilização nas próximas semanas.

“No momento, isso está alimentando principalmente o otimismo econômico e criando uma sensação de novos começos”, disse Buerkl, acrescentando que as opções para gastar dinheiro ainda são limitadas em muitas partes do país, apesar dos primeiros passos para acabar com as restrições.

(Por Michael Nienaber)

Pedidos de auxílio-desemprego caem nos EUA; crescimento no 1º tri fica em 6,4%

(Texto atualizado com mais informações)

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego totalizaram 406 mil em dado ajustado sazonalmente na semana encerrada em 22 de maio, contra 444 mil na semana anterior, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira. Foi o menor número desde meados de março e manteve os pedidos abaixo da marca de 500 por três semanas seguidas.

Economistas consultados pela Reuters previam 425 mil novos pedidos na última semana. Embora os pedidos permaneçam bem acima da faixa de 200 mil a 250 mil considerada consistente com um mercado de trabalho saudável, eles caíram ante o recorde de 6,149 milhões no início de abril de 2020.

Relatório separado do Departamento do Comércio divulgado nesta quinta-feira confirmou que o crescimento econômico acelerou no primeiro trimestre, graças ao forte estímulo fiscal.

O Produto Interno Bruto expandiu a uma taxa anualizada de 6,4% no primeiro trimestre, disse o governo em sua segunda estimativa para o período. O dado não foi revisado em relação ao que foi divulgado no mês passado, depois de uma taxa de crescimento de 4,3% no quarto trimestre.

Foi o segundo crescimento mais rápido do PIB desde o terceiro trimestre de 2003.

Klabin estabelece metas para reduzir emissões de gases de efeito estufa até 2025 e 2035

Por Paula Arend Laier

A companhia disse que obteve nesta data a aprovação da Science Based Targets initiative (SBTi) para as suas metas de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE)

Nos últimos 15 anos, a Klabin disse que reduziu em 60% suas emissões de GEE e em 2019 teve um saldo positivo de balanço de carbono de 4,7 milhões de toneladas CO2eq em suas operações.