Crypto Weekend: 26 à 28 de novembro

Corretora de criptomoedas na final da Libertadores

Por mais que a final da Libertadores 2021 tenha deixado uma lembrança melhor para os Palmeirenses do que para os Flamenguistas, o confronto marcou uma estreia positiva para os criptoativos no marketing do futebol sul-americano.

Já presente no futebol europeu, na NBA (liga de basquete dos Estados Unidos) e na Fórmula 1, a corretora Crypto.com foi uma das marcas de destaque a aparecer durante a emocionante partida que coroou o Palmeiras como tricampeão da América.

E a marca será vista, no mínimo, até 2026. O contrato assinado pela Exchange junto à Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) colocará a empresa que movimentou lucros acima dos 1200% em 2021 como uma das principais patrocinadoras da maior competição da América do Sul.

De acordo com Guilherme Sacamoni, líder da equipe de desenvolvimento no Brasil, o objetivo de investir nos esportes gira em torno do ativo público alvo que o permeia: “o ecossistema das criptomoedas lida com o público mais jovem, nativo da internet, o que explica o nosso envolvimento com o mundo dos esportes”, justificou o representante.

Mercado Livre se aproxima das criptomoedas

Ainda em assunto que interessa diretamente os brasileiros, o Mercado Livre – tradicional empresa de comércio eletrônico que nasceu na Argentina mas se tornou referência por aqui – e sua plataforma de pagamentos, o Mercado Pago, oficializaram a adoção das possibilidades de posse, compra e venda de Bitcoin (BTC) e de outros ativos.

De acordo com Marcos Galperin, fundador e CEO do Mercado Livre, a novidade deve ser liberada durante essa semana para os usuários no Brasil. Os brasileiros poderão começar a negociar as moedas virtuais assim que a opção “Cripto” for adicionada oficialmente no menu principal.

O ML conta com 211 milhões de usuários espalhados pela América Latina. Com todo esse alcance e incentivo às negociações autônomas, trata-se de mais uma ferramenta com enorme potencial de auxiliar no costume do povo brasileiro com as criptomoedas.

El Salvador aproveita “Black Friday do Bitcoin” e já surfa na breve recuperação do mercado

Um dos países mais observados durante a baixa atual do Bitcoin – junto do mercado de criptomoedas como um todo – foi El Salvador. Próximo de completar 3 meses da adoção do BTC como moeda oficial no país, torcedores contrários e favoráveis ao sucesso das moedas virtuais têm no país centro-americano um “experimento”, no mínimo, interessante.

E nessa queda de preços ocorrida recentemente, que jogou o Bitcoin novamente na casa dos US$ 54 mil em alguns momentos, o presidente Nayib Bukele anunciou, novamente compras na baixa: “El Salvador acabou de comprar na baixa, mais 100 Bitcoins adquiridos com desconto”, disse o mandatário em seu Twitter na sexta-feira (26).

Apesar dos sustos vividos no começo da adesão ao BTC, El Salvador já colheu frutos das valorizações sofridas pelo ativo – que já custearam construções de escolas e centros veterinários pelo país – entre o final de setembro e o início de novembro. Além disso, tem agora uma das populações mais ambientadas aos criptoativos no planeta e, de quebra, vêm solucionando gradativamente o histórico problema de baixa bancarização pelo qual o país passava a décadas.

Desde a tarde do último domingo (28), o Bitcoin capitaneou um novo momento de alta junto à outros ativos, saindo do patamar dos US$ 54 mil para chegar novamente à casa dos US$ 58 mil durante essa segunda (29).