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Crypto Weekend: 29 à 31 de Outubro

Parceria entre corretora de criptos e Dallas Mavericks entrega o maior prêmio já oferecido à torcedores

Na sexta-feira (29), durante as atrações de intervalo do jogo entre Dallas Mavericks e Denver Nuggets pela NBA, um torcedor dos Mavericks ganhou US$ 100 mil em Bitcoins (BTC) ao acertar 3 arremessos consecutivos (sendo o último, do meio da quadra). A premiação surgiu da recém-formada parceria entre a franquia de Dallas e a corretora de criptos Voyager Digital. De acordo com a equipe, foi o maior prêmio já distribuído no American Airlines Center, ginásio dos Mavs.

A parceria entre o time de basquete e a firma de corretagem foi firmada durante a última semana, dando início à parceria de 5 anos. Entre essa e outras movimentações entre as partes, a Voyager também adquiriu o Naming Rights do Mavs Gaming Hub, equipe de videogame (NBA 2K) que representa Dallas na NBA 2K league.

Dentre as franquias da maior liga de basquete do planeta, não é surpresa ver justamente os Mavericks se aproximando das moedas virtuais: o proprietário do time é o megainvestidor Mark Cuban, que diversas vezes já se pronunciou favorável às criptomoedas.

Outra novidade para os torcedores é que novos planos de fidelidade e recompensas do time vão girar em torno não somente do BTC, mas também de Ether (ETH) e Dogecoin (DOGE).

Americanos lucram com Bitcoin ao investirem cheques recebidos do governo

Seguindo no caminho para se estabelecerem em definitivo como o centro mundial dos criptoativos pós saída dos chineses, um investimento em específico feito por parte dos estadunidenses chama a atenção para a disseminação positiva dos criptoativos como recursos viáveis mesmo à nível popular.

Em pesquisa feita pela plataforma Cointelegraph, 1 em cada 10 entrevistados consideravam investir parcial ou completamente em Bitcoins os dólares recebidos através do Stimulus – programa governamental que disponibilizou cheques para pessoas físicas e empresas a passarem pelos problemas econômicos promovidos pela pandemia.

Fato é que com o fechamento do histórico mês de outubro para o BTC e para as demais moedas virtuais, relatos começam a surgir de americanos que lucraram ao acreditarem no crescimento do Bitcoin.

Dos US$ 3,2 mil distribuídos (em média) no decorrer do pacote emergencial, os beneficiados que colocaram seus recursos nesse mercado lucraram US$ 4.519, representando lucro de 141%. Talvez não coincidentemente, as 3 remessas totais – distribuídas em abril e dezembro de 2020 além de abril de 2021 – marcam momentos de início ou manutenção de altas vividas pelo Bitcoin.

Além de tomarem o posto de principal nação mineradora do planeta, receberem parte considerável dos projetos de criptoativos rechaçados pela China e seguirem movimentando boa parte dos volumes de mercado no setor, os Estados Unidos estão avançando com normas regulatórias que permitam aproximar o uso de criptomoedas junto à economia tradicional.

Cazaquistão mira posto de potência em mineração de criptos

Seguindo os passos do (até aqui) bem-sucedido experimento de El Salvador, outro economicamente modesto país visa se aproximar do mundo dos criptoativos em busca de um impulso econômico. Nesse caso, o Cazaquistão – país da Ásia central que está dentre os originados a partir da divisão da antiga república soviética – que já conta com políticas consideravelmente pró-criptos, volta seus olhos específicamente para a atividade de mineração.

De acordo com levantamentos feitos pela Central de Informações de Indústria e pela associação de Blockchains do país, a expectativa é de que com apoio governamental, a atividade gere cerca de US$ 1,5 bilhão de lucro para a economia nacional.

O principal desafio para alcançar estes números passa pelo maior alcance das regulamentações sobretudo de uso de energia por parte de mineradores independentes. Governo nacional e associados acreditam que com maior alcance, as normas podem garantir uso e preço energético mais justo tanto para mineradores, quanto para habitantes em geral.

A Universidade de Cambridge já aponta o Cazaquistão como o segundo maior responsável pela disponibilidade de Bitcoins no mundo, com 18,10% dos ativos minerados sendo creditados ao país. O percentual vem em crescente considerável, e o objetivo do país é de, dentro do possível “rivalizar” com os Estados Unidos, que ocupam o primeiro lugar da categoria com atuais 35,40%.