Prévia do PIB registra queda em outubro.

Em 2021, o IBC-BR está positivo, registrando alta de 4,99%. Com tais dados, o BC divulgou sua expectativa sobre o crescimento econômico brasileiro em 2021, segundo o BC, o Brasil deve crescer 4,7%, enquanto o último boletim Focus, acredita em alta de 4,65%.

Vale destacar que no início do ano, havia fortes esperanças que a economia brasileira poderia alcançar os 5% de crescimento e até mais. Porém, a inflação e o juro vêm comprometendo tal crescimento.

Brasil vai crescer quanto em 2021?

O crescimento brasileiro provavelmente ficará abaixo dos 5% em 2021. Como os indicadores prévios e até os mensais, vem trazendo quedas é provável que o PIB cresça abaixo dos 5%.

Com um PIB menos forte, a tendência é que as contas públicas fiquem mais prejudicadas, uma vez que a arrecadação sofrerá com menos receitas.

Outro ponto está ligado à inflação e ao juro. A inflação não vai terminar de uma hora para outra. Enquanto os preços estiverem em alta, o poder aquisitivo vai ficar comprometido.

Além disso, existe o juro. A Selic alta inibe a busca por crédito, fato que reduz o apetite dos consumidores e das empresas em investir.

Sabendo disso, o ano de 2021 provavelmente não terá um crescimento em 5%, sendo que 2022 tem tudo para ser um ano difícil.

Como se defender da inflação e do juro?

O mercado de renda variável no momento está cheio de oportunidades. Como a bolsa vem caindo em 2021, o investimento em ETFs, como BOVA11, SMAL11, são ótimas alternativas.

Mas a valorização desses ativos não é certa, ao menos no curto prazo. O mercado vai permanecer volátil por um bom tempo.

Por isso, o investimento nesses ativos tem seu grau de risco, mas no longo prazo é provável que a renda variável se pague.

Agora, se o investidor busca retornos interessantes para o momento, os investimentos atrelados à Selic e ao CDI são as melhores opções.

Como o juro está em alta e não há uma certeza de até quanto o mesmo vai subir, o investimento em produtos de renda fixa pós, acaba surgindo como uma ótima opção.

Os prefixados até possuem taxas atraentes e prazos relativamente curtos (de até dois anos), chegando a pagar até 12% ao ano, porém, a incerteza sobre até quanto a Selic pode ir e até quando ela vai permanecer elevada, não da segurança para fazer o investimento.

Outra alternativa é a renda fixa atrelada ao IPCA mais juros. Nesse caso, mesmo havendo o juro prefixado, existe também a correção pelo IPCA, o título acaba se tornando muito interessante em momentos de alta inflação.