O que esperar de 2022?

Até junho, o Ibovespa alcançava os 130 mil pontos, maior marca para o índice desde sua criação.

Mas, de lá para cá, o índice caiu e agora está próximo dos 105 mil pontos. O que esperar de 2022?

Juros maiores e inflação em queda

Se o juro em 9,25% ao ano, já está elevado, em 2022, é provável que a Selic alcance níveis ainda maiores.

Na próxima reunião do COPOM, já está praticamente certo que haverá mais um aumento de 1,5% na taxa de juro, havendo a possibilidade de mais aumentos nas próximas reuniões.

Tudo vai depender da resposta da inflação. Se o IPCA se manter comportado e em queda, é provável que mais um aumento pequeno seja feito e assim, o juro fique nivelado por um bom tempo, quem sabe por 2022 todo.

O dólar tinha grandes chances de terminar 2021 próximo dos R$ 5,00, mas não foi isso que aconteceu. Com mais juros e uma inflação menor, é provável que o dólar caia em 2022.

Mas tudo isso vai depender de alguns fatores, como a inflação. Por outro lado, as contas públicas e o crescimento do PIB podem acabar influenciando a inflação.

Caso haja mais despesas e o equilíbrio das contas públicas seja afetado em 2022, a inflação pode pressionar mais ainda a economia. Com um crescimento baixo, a inflação perde força e isso pode gerar estabilidade nos preços.

Enfim, são muitos indicadores que devem ser acompanhados daqui para frente, para conseguir determinar qual será a rota da bolsa e dos mercados.

Quais são as oportunidades em 2022?

A renda fixa será um dos principais focos dos investidores para 2022. Títulos atrelados ao CDI e a Selic são aqueles mais interessantes.

Depois existem os títulos atrelados à inflação, como o Tesouro IPCA e os CDB, LCI e LCA atrelados à inflação mais juros prefixados.

Acompanhados desses papéis de renda fixa, o investidor também deve olhar para ativos atrelados ao exterior, como é o caso dos ETFs que seguem o índice S&P 500.

Só em 2021, o S&P 500 subiu quase 30%, portanto, manter uma parcela do patrimônio alocado em tal índice é importante. Na bolsa de valores já há outras alternativas atreladas a outros índices de outros mercados, como é o caso do ETF EURP11 que segue um índice europeu.

Outro investimento atraente são as criptomoedas e ativos virtuais, como é o caso das NFTs. A melhor forma de investir neles é por meio de fundos de investimento. Uma vez que tais ativos são novos e possuem certa complexidade, tanto na negociação, manutenção, quanto na análise.

Por fim, nós temos as ações, ETF e BDR. Esses ativos devem ser analisados com bastante cuidado, uma vez que 2022 podemos ser muito voláteis para os mesmos. Mas, é possível que boas oportunidades apareçam e o investidor deve estar preparado para reconhecer esses momentos.

Dogecoin e Shiba Inu seguindo na mesma direção?

O Dogecoin foi criado em dezembro de 2013 como uma moeda “meme”, ou seja, uma espécie de brincadeira. Talvez por isso tenha ficado praticamente sete anos sem chamar a atenção. Neste ano, no entanto, ocorreram dois forte movimentos de alta que certamente despertaram a curiosidade sobre a crypto. Em fevereiro, Dogecoin fez um rali acumulando uma valorização de 1.068% em apenas duas semanas. Em abril foram mais 972% de alta, quando então a crypto fez topo e começou a cair.

É possível que toda essa movimentação em Dogecoin tenha chamado tanta atenção que outros desenvolvedores decidiram entrar na brincadeira. Em maio de 2021 foi lançada outra criptomoeda “meme” muito parecida com Dogecoin. Até o mesmo meme foi usado como referência, e que também deu origem ao nome da crypto, que é a Shiba Inu.

Shiba Inu perdeu praticamente 80% de valor logo no seu lançamento, em maio, e depois de cair ficou quatro meses andando de lado. Em outubro, o cenário foi diferente, pois a crypto iniciou um forte movimento de alta, alcançando uma valorização de 979%. Mas, de forma similar à Dogecoin, após fazer topo vem caindo continuamente.

O movimento destas cryptos foi tão parecido, que fica difícil distinguir os gráficos.

O primeiro é o gráfico diário de Shiba Inu, enquanto o segundo é o gráfico semanal de Dogecoin.

Dogecoin.

Não há como prever o futuro, ainda mais quando se trata do mercado financeiro, pois o mercado é soberano. Mas, Dogecoin não parece que irá fazer outro movimento de alta como aqueles que fez no início do ano.

Apesar de ter uma grande comunidade que apoia a moeda, seus fundamentos são “fracos”, conforme explicado no artigo “Dogecoin, ou está crescendo ou morrendo”. Além disso, os fundadores da crypto não trabalham mais para o desenvolvimento da mesma. Dessa forma, não deve ocorrer nenhuma mudança no projeto da Dogecoin.

Com a queda do Bitcoin no sábado, Dogecoin chegou a cair mais de 37%, embora tenha se recuperado na sequência. Ainda assim, a crypto já acumula uma perda de aproximadamente 76% desde o topo ao preço atual.

Observando o gráfico semanal, é notado que o ativo está se segurando em uma região de suporte. Caso esse suporte seja perdido, um novo movimento de baixa pode acontecer, levando o preço até a linha branca.

Shiba Inu.

O cenário para Shiba Inu não é muito diferente. Apesar de o projeto da crypto ter fundamentos melhores do que o da Dogecoin, o ativo vem mostrando dificuldade para cessar o movimento de queda.

No sábado, Shiba Inu também fez um forte movimento de baixa, chegando a cair cerda de 28%, mas conseguiu se recuperar e fechou sobre o suporte. Ainda assim, do topo ao preço atual, a crypto já acumula uma perda de 58%.

Assim como Dogecoin, Shiba Inu continua trabalhando sobre um suporte, que se for perdido, pode levar o ativo a um novo movimento de baixa.

Se Shiba Inu seguir os passos de Dogecoin, é possível que continue caindo por bastante tempo ainda.

Bitcoin e Ethereum seguindo a análise técnica!

Na sexta-feira (03/12), antes mesmo do Bitcoin perder o fundo, o ativo passava um sinal claro de que poderia fazer um movimento de baixa. Conforme foi apresentado no artigo “Bitcoin dando sinais de baixa”, havia uma divergência entre o preço e o OBV.

Certamente não foi esse o motivo de uma queda tão forte, mas de qualquer forma, os sinais estavam claros.

O interessante é que o OBV é um indicador que auxilia na identificação de zonas de acumulação ou distribuição. Ou seja, locais em que os grandes players estão comprando ou vendendo sem que o preço se movimente muito.

Como o OBV estava sinalizando, o Bitcoin se encontrava em uma região de distribuição entre os US$55.000 e US$65.000. Deste modo, quando o suporte foi perdido, o preço caiu com força.

Apesar da queda forte, o Bitcoin continua trabalhando acima da média móvel de 200 períodos. No entanto, não mostra força para voltar a subir. Deste modo, o mais provável é que continue trabalhando próximo à região da média de 200.

Ethereum se segura no suporte.

A forte queda do Bitcoin contaminou o mercado de cryptos de forma geral. Porém, apesar de também cair bastante no sábado, Ethereum conseguiu se segurar no suporte.

Este já é o quarto teste que a crypto faz nesta região de suporte, e ainda não conseguiu romper a mesma.

É interessante notar também que a mínima do movimento de sábado foi cravada na retração de 61,8% do movimento de alta. Isso mostra, de forma clara, como estas retrações servem de suporte.

Caso tenha interesse em conhecer mais sobre as retrações de Fibonacci, sugiro a leitura do artigo “Retrações e projeções de Fibonacci.”

Uma vez que o Ethereum conseguiu se manter acima do suporte, mostra que tem força para voltar a subir. Na quinta feira (02/12) foi publicado o artigo “Ethereum pode fazer novas máximas!”, onde foi explicada a dinâmica de preços da crypto.

Se com a forte queda do Bitcoin, Ethereum conseguiu se manter acima do suporte, caso o Bitcoin consiga recuperar um pouco do prejuízo, Ethereum pode ganhar força para voltar a trabalhar na região de máximas.

Bitcoin dando sinais de baixa.

Ainda que as criptomoedas tenham como base a descentralização, elas continuam ligadas de alguma forma aos demais ativos financeiros. Isto pôde ser confirmado nas últimas semanas observando a influência do mercado norte-americano no comportamento do mercado crypto.

O mercado norte-americano já mostrou ser o drive para muitos ativos ao redor do mundo. Nas duas últimas semanas, com o movimento de baixa tanto do S&P 500, quanto do Nasdaq, grande parte dos demais índices ao redor do mundo também recuaram. Com o mercado crypto não foi diferente.

Bitcoin dando sinais de baixa.

O Bitcoin, no entanto, já vinha dando sinais de baixa desde o dia 8 de novembro, quando rompeu pela última vez o topo histórico. Olhando o gráfico da crypto com o indicador OBV (On Balance Volume), pode ser notada uma divergência de baixa.

Quando o Bitcoin fez o movimento de alta no dia 8 de novembro para romper o topo, é percebido que existe uma divergência em relação ao OBV. Enquanto o preço estava rompendo o topo, o OBV continuava longe da região de topo, e inclusive indicava baixa.

Após romper topo, o que na verdade foi uma falha no rompimento, o Bitcoin iniciou um movimento de correção. A retração de 38,2% segurou o preço duas vezes, mas na terceira o preço caiu até a retração de 50%.

O Bitcoin tentou iniciar um movimento de alta, mas bateu na média de 20, que passou a guiar o preço. Agora a crypto vem caindo novamente abaixo da retração de 38,2%.

Nova divergência de baixa.

Aproximando um pouco o gráfico, pode ser visto que existe uma nova divergência do preço com relação ao OBV.

Apesar de o preço do Bitcoin ainda estar longo do último fundo, o OBV já vem perdendo o suporte. Como a barra ainda não fechou, tudo pode mudar, mas o OBV pode estar dando um sinal.

Caso a barra do dia de hoje feche e o OBV continue abaixo do suporte, o indicador estará dando um sinal conhecido como “Advanced Breakdown”.

Uma vez que o indicador está dando esta antecipação, é possível que o Bitcoin faça um forte movimento de baixa caso venha a perder o fundo.

Mas, pelo visto, tudo vai depender do mercado norte-americano. Se o S&P 500 reverter o movimento de queda e passar a subir, dificilmente o Bitcoin fará um forte movimento de baixa. Talvez continue andando de lado, ou até mesmo passe a subir.

No entanto, se os índices americanos continuarem corrigindo, pode ser que o Bitcoin faça um movimento mais forte de queda. O que, por sua vez, poderia levar o mercado crypto como um todo para baixo.

Ethereum pode fazer novas máximas!

De acordo com o analista de criptomoedas autodenominado Croissant, a rede blockchain da Ethereum começou com aproximadamente 10 mil endereços em 2015 e hoje já conta com mais de 135 milhões. Além disso, o número inicial de unidades da moeda digital, o ETH, era de 72 milhões e hoje a rede já conta com 118 milhões.

Sem dúvida todo esse crescimento da rede mostra como a crypto tem potencial de expansão. Avaliando todos os desenvolvimentos que ainda estão por vir, como, DeFi, NFT e até mesmo o metaverso, é de considerar que o Ethereum tem muito a crescer.

O gráfico mostra isso!

O gráfico semanal do Ethereum apresenta uma configuração muito interessante. Após várias semanas em consolidação, o ativo acionou um pivô de alta sobre a média móvel de 20 períodos. O movimento de alta levou a crypto até o primeiro alvo, de onde começou a recuar.

No entanto, o movimento de correção parou na retração de 38,2%, onde também se encontrava a região do topo anterior.

Conforme explicado no artigo “Retrações e projeções de Fibonacci”, quando um ativo inicia um movimento de alta e corrige apenas até a retração de 38,2%, ganha ainda mais força para seguir subindo, caso volte a romper topo.

Deste modo, se Ethereum voltar a romper o topo, provavelmente terá impulso para buscar os demais alvos projetados pelo pivô que acionou sobre a média.

O gráfico diário também mostra sinais de alta.

Apesar de estar caindo, o gráfico diário de Ethereum também mostra que o ativo deve continuar o movimento de alta.

Após perder o canal de alta em que vinha trabalhando, a crypto fez um forte movimento de correção. No entanto, um padrão de reversão conhecido como “Engolfo de alta” foi formado na região de fundo. Traçando as retrações sobre a correção, é notado que o ativo subiu até a retração de 61,8%, de onde passou a cair novamente.

O suporte mostrou força novamente e segurou o preço, fazendo o ativo voltar a subir na sequência. Ao romper o último topo, a crypto acionou um padrão de reversão conhecido como “Fundo duplo”, o que deve dar impulso para continuar subindo.

A projeção deste padrão tem como primeiro alvo a região de topo histórico. Já o terceiro alvo fica acima do alvo de 100% acionado no gráfico semanal.

Segundo dia de queda.

Hoje Ethereum vem trabalhando pelo segundo dia em queda. Ainda assim, isto pode ser apenas uma correção do último movimento de alta que rompeu a média de 20. Caso a média sirva como suporte e segure o preço, o ativo deve voltar a subir.

Um detalhe deve ser levado em consideração, a média móvel de 20 períodos continua apontada para baixo. Isto pode trazer um pouco de dificuldade para a realização do movimento de alta.

Deste modo, se a média segurar o preço e o ativo voltar a subir, provavelmente Ethereum deve buscar novas máximas. Porém, se o preço perder a média, a crypto deve entrar em consolidação, passando a trabalhar em um grande retângulo.

Divergência de baixa em Dogecoin, será que a crypto vai subir?

O mercado de criptomoedas vem se mostrando desafiador nas últimas semanas, com os principais ativos fazendo movimentos difíceis de interpretar. O Bitcoin vem a cada dia deixando mais sinais de que irá dar continuidade ao movimento de correção, mas por enquanto continua andando de lado. Já o Ethereum vem subindo pelo quinto dia consecutivo após bater em um suporte. O movimento é tão forte que a crypto pode voltar a trabalhar em topo histórico nos próximos dias, caso dê continuidade a alta.

Com as duas gigantes trabalhando em direções opostas, fica difícil se posicionar. Sem um viés claro, as cryptos passam a trabalhar dentro de consolidações. Este é o cenário para Dogecoin, que já vem trabalhando desde junho dentro de um grande canal.

Com a queda de sexta-feira (26/11), a crypto chegou a perder o canal. Mas passou a subir na sequência e voltou a trabalhar dentro da consolidação, mostrando que pode ter sido um falso rompimento.

Essa já é a quarta vez que este suporte é testado, mostrando assim que tem força para segurar o preço.

Também é importante observar que o ativo alcançou o terceiro alvo do pivô acionado após perder a média de 20.

Os alvos projetados por um pivô de baixa sempre se comportam como suporte, sendo o terceiro o mais forte deles. Como pode ser notado, Dogecoin mostrou respeito pelos 3 alvos, fazendo um pequeno movimento de recuo sempre que alcançou um deles.

Divergência de baixa.

No entanto, o que mais chama a atenção é uma divergência de baixa mostrada pelo OBV (On Balance Volume).

O OBV é um indicador volumétrico que apresenta o saldo de volume ao longo do tempo. Sempre que o ativo fecha em alta, o volume é somado, no caso de queda, o volume é subtraído.

Conforme mostrado, o OBV formou uma série de topos que respeitaram uma resistência. Com a alta dos últimos dias, esta resistência foi rompida e o indicador passou a sinalizar um movimento de alta.

Esta movimentação é considerada uma divergência, pois enquanto o preço continua abaixo do último topo, o OBV já fez o rompimento e está bem acima dos topos anteriores. O esperado para esta condição, é que o preço passe a subir, dando início a um movimento de alta.

Mas é preciso cautela!

Apesar de a crypto estar apresentando vários sinais de que pode fazer uma reversão e passar a subir, o preço continua em tendência de baixa.

Tanto a média móvel de 200 quanto a de 20 períodos continuam apontadas para baixo. Além disso, o movimento de ontem sugere que a média de 20 pode estar guiando o preço.

Por isso, o ideal seria esperar sinais mais claros de uma movimentação de alta. Principalmente porque, como mostrado no primeiro gráfico, existe um grande percurso caso a crypto busque novamente o topo do canal.

Shiba Inu ignora sinais de baixa e faz um forte movimento de alta!

O mercado de cryptos vai na contramão dos demais mercados hoje. Em um dia de forte queda para a maioria das bolsas de valores ao redor do mundo, as principais criptomoedas seguem trabalhando em alta.

Até mesmo a Shiba Inu, que vinha mostrando sinais de que continuaria caindo, conseguiu subir com força pela manhã. Com a movimentação de alta, a crypto rompeu o canal no qual vinha trabalhando e conseguiu, inclusive, superar a média móvel de 20 períodos.

Contudo, apesar de subir bastante de manhã, o ativo vem recuando e indica que fechará abaixo da retração de 38,2%. Esta já é a segunda vez que a crypto bate nesta retração e volta, mostrando que a resistência está segurando o preço.

Até o momento, o ativo está conseguindo se manter acima da média de 20. Mas se a pressão vendedora continuar, provavelmente voltará para dentro do canal no qual vinha trabalhando.

Na realidade, o cenário apresentado pela Shiba Ino não se mostra muito interessante. Desde que começou a trabalhar em um canal de baixa e perdeu a retração de 61,8%, a crypto vinha dando sinais de que iria buscar o fundo. Agora, no meio do caminho, resolve fazer um movimento de alta.

É sabido que no mercado financeiro tudo é possível, mas este movimento não parece muito coerente. Talvez por isso que Shiba vem recuando e mostrando que vai fechar abaixo da resistência.

Gráfico de 4 horas.

No tempo gráfico mais curto o cenário não é diferente. Apesar de ter feito um belo movimento de alta, o ativo bateu em uma forte resistência e passou a recuar. A média móvel de 200 períodos segurou a alta e empurrou o ativo para baixo.

Porém, com a média de 8 apontando para cima, a crypto recuou até ela e começou a subir novamente. Agora, se encontra em zona de armadilha, onde a média de 200 se comporta como resistência e já está apontando para baixo, enquanto as médias de 8 de 20 vão servir de suporte, jogando o preço para cima. Este comportamento foi explicado no artigo “Uso das médias móveis no Price Action“.

Sem dúvida, o cenário não é adequado para entrar em uma operação. Para quem busca comprar a crypto, o ideal seria esperar o rompimento da média de 200, e no caso de um pullback, comprar quando um pivô de alta fosse acionado.

No entanto, ainda assim Shiba Inu encontraria bastante dificuldade para subir. As retrações, que antes serviram como suporte, agora iriam se comportar como resistências. Isso, dificultaria uma forte movimentação de alta para a crypto.

Além disso, caso o mau humor dos demais mercados continue, possivelmente afetará o mercado de cryptos também. Isso poderia fazer Shiba Inu voltar a trabalhar na tendência de baixa.

Shiba Inu volta a crescer

Recuperação de gente grande

Cada vez mais, a Shiba Inu (SHIB) mostra que pode ser uma das poucas memecoins a ter chances de f se tornar um ativo sólido e de sucesso.

Após sua ascensão meteórica na reta final de outubro que a colocou no top 10 de market cap, acabou sofrendo com baixas duras para um cripto ainda em estabelecimento, mas uma a recompensa para o jovem projeto e sua Shib Army (nome dado aos investidores mais fiéis e ativos da SHIB) veio logo em seguida.

O anúncio feito via twitter da Kraken Exchange, plataforma que conta com mais de 10 anos de experiência em atuação como bolsa de criptomoedas, anunciou nessa terça-feira (30) que a SHIB seria adcionada à sua lista de opções de investimentos.

A novidade, somada da recuperação coletiva dos principais criptoativos disponíveis – como o Bitcoin (BTC) e o Ether (ETH) – propiciou alta de 30% em dois dias para a Shiba Inu, saindo dos US$ 0.00003560 registrados no domingo (28) para bater US$ 0.00005155 no fim da manhã da terça.

Além de ser crucial para retomar um caminho de valorização, a adesão do ativo na Kraken pode ser mais uma ferramenta importante para aumentar ainda mais o número de integrantes da Shib Army, que segue sendo a principal arma do cripto. A plataforma Google Trends, aliás, já apontou novos picos de pesquisas para termos como “Shiba Inu”, “Shiba Token” e “SHIB”.

Ponto de virada pode estar mais próximo do que se imagina

Em suma, trata-se de uma nova prova de força dada tanto pelo projeto em si, quanto pelos mais ativos investidores, que dedicam parte do seu tempo para divulgar e proteger a Shiba Inu na internet.

Eles já foram o combustível para a alta histórica vivida nos últimos meses e conseguiram se unir em movimentos de compra e venda para proteger SHIB das quedas agressivas vividas pelo mercado de criptos recentemente.

Como resultado, golpes que seriam duros para moedas mais maduras – e fatais para outras memecoins – foram suportados, indicando potencial de segurança e regularidade no projeto como um todo mesmo à longo prazo.

O rápido amadurecimento, como consequência, abre portas para que outros grupos e plataformas recebam SHIB de braços abertos, propiciando valorização prática de preço por meio da sua validação como ativo viável para negociação.

Em pouco tempo, a Shiba Inu já passou por testes que muitos outros ativos entregam os pontos e revelam suas falhas. Valendo ainda frações de centavos mesmo com market cap de respeito, tendo ainda uma base de apoio elétrica, jovem, mas cada vez mais experiente para se apoiar, o ativo vai – surpreendentemente – preenchendo os primeiros requisitos para estourar em breve.

Crypto Weekend: 26 à 28 de novembro

Corretora de criptomoedas na final da Libertadores

Por mais que a final da Libertadores 2021 tenha deixado uma lembrança melhor para os Palmeirenses do que para os Flamenguistas, o confronto marcou uma estreia positiva para os criptoativos no marketing do futebol sul-americano.

Já presente no futebol europeu, na NBA (liga de basquete dos Estados Unidos) e na Fórmula 1, a corretora Crypto.com foi uma das marcas de destaque a aparecer durante a emocionante partida que coroou o Palmeiras como tricampeão da América.

E a marca será vista, no mínimo, até 2026. O contrato assinado pela Exchange junto à Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) colocará a empresa que movimentou lucros acima dos 1200% em 2021 como uma das principais patrocinadoras da maior competição da América do Sul.

De acordo com Guilherme Sacamoni, líder da equipe de desenvolvimento no Brasil, o objetivo de investir nos esportes gira em torno do ativo público alvo que o permeia: “o ecossistema das criptomoedas lida com o público mais jovem, nativo da internet, o que explica o nosso envolvimento com o mundo dos esportes”, justificou o representante.

Mercado Livre se aproxima das criptomoedas

Ainda em assunto que interessa diretamente os brasileiros, o Mercado Livre – tradicional empresa de comércio eletrônico que nasceu na Argentina mas se tornou referência por aqui – e sua plataforma de pagamentos, o Mercado Pago, oficializaram a adoção das possibilidades de posse, compra e venda de Bitcoin (BTC) e de outros ativos.

De acordo com Marcos Galperin, fundador e CEO do Mercado Livre, a novidade deve ser liberada durante essa semana para os usuários no Brasil. Os brasileiros poderão começar a negociar as moedas virtuais assim que a opção “Cripto” for adicionada oficialmente no menu principal.

O ML conta com 211 milhões de usuários espalhados pela América Latina. Com todo esse alcance e incentivo às negociações autônomas, trata-se de mais uma ferramenta com enorme potencial de auxiliar no costume do povo brasileiro com as criptomoedas.

El Salvador aproveita “Black Friday do Bitcoin” e já surfa na breve recuperação do mercado

Um dos países mais observados durante a baixa atual do Bitcoin – junto do mercado de criptomoedas como um todo – foi El Salvador. Próximo de completar 3 meses da adoção do BTC como moeda oficial no país, torcedores contrários e favoráveis ao sucesso das moedas virtuais têm no país centro-americano um “experimento”, no mínimo, interessante.

E nessa queda de preços ocorrida recentemente, que jogou o Bitcoin novamente na casa dos US$ 54 mil em alguns momentos, o presidente Nayib Bukele anunciou, novamente compras na baixa: “El Salvador acabou de comprar na baixa, mais 100 Bitcoins adquiridos com desconto”, disse o mandatário em seu Twitter na sexta-feira (26).

Apesar dos sustos vividos no começo da adesão ao BTC, El Salvador já colheu frutos das valorizações sofridas pelo ativo – que já custearam construções de escolas e centros veterinários pelo país – entre o final de setembro e o início de novembro. Além disso, tem agora uma das populações mais ambientadas aos criptoativos no planeta e, de quebra, vêm solucionando gradativamente o histórico problema de baixa bancarização pelo qual o país passava a décadas.

Desde a tarde do último domingo (28), o Bitcoin capitaneou um novo momento de alta junto à outros ativos, saindo do patamar dos US$ 54 mil para chegar novamente à casa dos US$ 58 mil durante essa segunda (29).

Sinais de força compradora em Solana!

Em um dia de queda generalizada, onde grande parte dos ativos financeiros ao redor do mundo perderam valor, o mercado crypto também recuou. Neste forte movimento de baixa, até mesmo as gigantes, Bitcoin e Ethereum, cederam. No artigo “Bitcoin e Ethereum seguindo o mau humor do mercado”, foi apresentada a dinâmica de preços destas cryptos.

No entanto, o final de semana foi de recuperação e hoje algumas criptomoedas mostram um cenário bem interessante.

Solana é uma crypto que vem mostrando uma bela performance nos últimos meses. O ativo apresenta fundamentos atrativos e, desde que o projeto continue entregando valor, o mais provável é que continue se valorizando.

O blockchain da Solana é bastante sofisticado, tem uma arquitetura robusta e apresenta uma ótima configuração de segurança da rede. De certa forma, o projeto poderia ser comparado ao do Ethereum, porém com velocidade de transições mais rápida e taxas de processamento mais baixas. Por esse motivo Solana foi apelidada de “Ethereum Killer”, insinuando que o crescimento da rede da Solana poderia culminar na eliminação da Ethereum.

Continuidade da alta.

Solana fez um belo movimento de alta entre o final de setembro e início de novembro, chegando a subir mais de 120% no período. Entretanto vem fazendo um movimento de correção, que pode estar próximo ao fim.

Duas semanas atrás a crypto fez um forte movimento de baixa após perder a média móvel de 20 períodos e o canal no qual vinha trabalhando. Neste movimento de baixa o ativo corrigiu até a retração de 50% de todo o movimento de alta que havia realizado. Na sequência a crypto subiu até a média de 20, de onde começou a recuar novamente. Com a queda de sexta-feira, a retração de 50% foi testada mais uma vez.

Esse novo teste mostra que a retração está se comportando com um poderoso suporte, principalmente porque nas duas vezes em que o preço alcançou esta região, subiu com força na sequência.

Porém, o que chama a atenção no gráfico é o comportamento do indicador OBV, o qual avalia o saldo de volume ao longo dos dias.

Como pode ser visto, com a alta de hoje, o OBV está rompendo uma região de topos que estava sendo formada. Isso certamente indicaria a continuidade da alta. Entretanto, no gráfico de preços, é notado que o último topo ainda se encontra bem acima da região de preços em que o ativo se encontra.

Essa divergência é conhecida como “Advanced Breakout” e indica que uma forte movimentação de alta pode estar sendo iniciada. Para quem aceita tomar risco, seria possível entrar em uma operação de compra, visto que o suporte já segurou o preço duas vezes e a crypto está dando sinais de que pode subir. Mas, como a média móvel de 20 períodos está apontada para baixo, trata-se de uma operação mais arriscada.