Dólar tem leve queda contra real antes de dados dos EUA

Por Luana Maria Benedito

Às 9:09, o dólar recuava 0,16%, a 5,3042 reais na venda. O dólar futuro negociado na B3 tinha baixa de 0,20%, a 5,3045 reais.

Na véspera, a moeda norte-americana spot fecou em queda de 0,48%, a 5,3127 reais na venda.

O Banco Central fará neste pregão leilão de swap tradicional para rolagem de até 15 mil contratos com vencimento em novembro de 2021 e março de 2022.

Dólar cede terreno ante real com redução de temores globais sobre inflação

Por Luana Maria Benedito

Às 9:09, o dólar recuava 0,25%, a 5,3250 reais na venda, enquanto o principal contrato de dólar futuro caía 0,23%, a 5,3265 reais.

O dólar spot fechou a terça-feira em alta de 0,22%, a 5,3383 reais.

Nesta sessão, o Banco Central fará leilão de swap tradicional para rolagem de até 15 mil contratos com vencimento em novembro de 2021 e março de 2022.

Dólar fecha em queda puxado por exterior em dia de menor volume de negócios no Brasil

Por José de Castro

O alívio reflete um ajuste depois de uma forte semana para o dólar, que encerrou a sexta-feira no maior patamar em duas semanas e com a maior valorização semanal em quase dois meses.

O dólar à vista caiu 0,54% nesta segunda, a 5,3266 reais na venda, depois de variar entre 5,3761 reais (+0,39%) e 5,3099 reais (-0,85%).

No mercado de dólar futuro da B3, menos de 200 mil contratos haviam sido negociados até as 17h24, 30% abaixo da média das últimas 30 sessões.

O dia foi leve de notícias domésticas, o que direcionou as atenções de operadores para o clima de visível apetite por risco no exterior, onde o dólar rondou mínimas em quatro meses e as bolsas de valores em Nova York tiveram um rali. [.NPT]

A semana começa novamente com agentes financeiros à espera de dados de inflação nos Estados Unidos, que podem mexer com expectativas do mercado acerca da manutenção ou não dos estímulos oferecidos atualmente pelo banco central norte-americano. Essa maior liquidez tem tido importante papel de conter qualquer fortalecimento do dólar desde o ano passado.

O dólar seguiu a fraqueza global da moeda nos últimos meses e reduziu os ganhos no ano para 2,60%, depois de chegar a acumular em março alta de mais de 10%. Na semana passada, porém, a cotação recuperou algum terreno.

“Vender dólares contra reais, mesmo que a moeda (o dólar) tenha mostrado tendência de alta de curto prazo, pode na verdade ser a melhor aposta”, disse o DailyForex em nota, citando pontos de resistência no intervalo entre 5,3750 reais e 5,3950 reais.

No Brasil, investidores também aguardam o IPCA-15 de maio, a ser divulgado na terça-feira, num contexto de debate sobre os rumos da política monetária doméstica.

O BNP Paribas vê inflação de 6,0% em 2021, muito acima da meta de ​3,75% para este ano. Com aumento maior dos preços, o banco francês espera que a taxa Selic seja elevada para 6,50% ao fim do ano, o que respalda a expectativa da instituição de que o dólar fechará o ano em 5,00 reais.

As análises do banco indicam que a relação entre a performance do real e as taxas de “carry” (taxa de retorno) não é linear, mas exponencial. Isso aponta que, conforme a Selic se distancia da mínima histórica de 2%, o impacto sobre a moeda ficará maior.

O BNP recentemente encerrou posição tática comprada em dólar contra o real, depois que a posição técnica saiu de esticada na ponta de venda de dólar para neutralidade, com um preço “justo” para a taxa de câmbio em 5,22 reais por dólar.

(Edição de Isabel Versiani)

Zona do euro tem recessão confirmada no 1º tri de 2021

A agência de estatísticas da União Europeia, Eurostat, disse que o PIB nos 19 países que usam o euro recuou 0,6% na comparação trimestral no primeiro trimestre, com queda de 1,8% na base anual.

Os dados ficaram em linha com as estimativas preliminares de 30 de abril. Junto com a queda do PIB no quarto trimestre de 2020, de 0,7% na comparação com o trimestre anterior e de 4,9% sobre o ano anterior, a zona do euro está em sua segunda recessão técnica desde que a pandemia de Covid-19 começou.

As economias de Alemanha, Itália, Espanha e Holanda registraram contrações. A França cresceu 0,4% na base trimestral.

Em divulgação separada, a Eurostat mostrou que o superávit comercial não ajustado com o resto do mundo caiu a 15,8 bilhões de euros em março, de 29,9 bilhões em março de 2020.

Ajustado para variações sazonais, o superávit comercial da zona do euro foi de 13,0 bilhões de euros em março contra 23,1 bilhões em fevereiro, uma vez que as exportações caíram 0,3% e as importações subiram 5,6%.

(Reportagem de Philip Blenkinsop)

EURUSD Favorecendo Compradores

O EURUSD teve um dia de forte alta iniciada na sessão asiática, continuada na sessão europeia e apenas desacelerando próximo ao fechamento de Nova Iorque, momento em que escrevo. A resistência anterior mais significativa foi o 1.1021, nível superado ainda na sessão asiática.

O par chegou muito próximo a 1.11, em 1.1097, e ao que parece essa alta que já ocorre por dias, com praticamente nenhuma correção para baixo desde a subida de 1.08x, após três dias de alta, rompendo as principais resistências, é bastante provável que essa alta seja estendida.

Os principais níveis a se observar acima são 1.1100, 1.1140, 1.1200, 1.1299, são os pontos mais relevantes que poderão atrair vendedores e limitar o movimento de alta. As regiões mais próximas que poderão atuar como suporte são 1.1050, 1.1020 e 1.1000.

O euro está vindo num processo de recuperação de valor desde o início de 2017, e essa tendência de alta no par se intensificou com o primeiro turno das eleições presidenciais na França. Além da eleição de um governo pró-EU e pró-integração europeia, contribuiu para essa alta no par, dados piores do que o esperado pelo mercado em relação a economia dos EUA.

Esse movimento provavelmente só terá condições de reversão com a liberação de dados econômicos fundamentalistas, para o mês de junho é possível que ocorra o aumento de juros pelo FED, vale lembrar que a política monetária seguida pelo FOMC é dependente de dados, os dados não estão ruins, o desemprego está bastante baixo, com geração de vagas, aumento dos rendimentos e inflação um pouco abaixo do que o FED considera como meta.

Analisando tecnicamente os indicadores e osciladores, vemos que a EMA10 (vermelha) está acima da EMA20 (azul) indicando tendência de alta. O MACD está maior que a linha de equilíbrio, com o histograma crescendo, sugerindo o momento de alta. O Estocástico está apontando para cima se aproximando do sobrecomprado, indicando a possibilidade de uma retração no movimento. De forma geral os indicadores e osciladores sugerem continuação da alta com possível retração.

Veja o gráfico diário do EURUSD:

Este artículo es presentado por el  Alpari Research & Analysis

Canal no EURUSD

Após o primeiro turno da eleição presidencial francesa o EURUSD teve forte alta, fazendo o preço subir cerca de 200 pips, dois centavos. Esse otimismo com o euro se dá devido a maior chance de vencer o pleito no segundo turno o candidato pró Europa.

Para o Euro realmente é uma boa notícia, pois se tiver a vitória um candidato anti-Europa, certamente a moeda única sofreria um revés. Esse otimismo deu força aos euro bulls, e fez com que o par subisse até a resistência da parte superior do canal. Essa região ao redor de 1.0950 fez vendedores entrarem no mercado em busca da boa oportunidade de venda, que fez o preço no dia cair cerca de 100 pips, encontrando suporte na região de 1.085.

Os EUA continuam com bom desempenho econômico, e dentro dessa perspectiva ainda há bastante chance do preço revisitar a região 1.05 no decorrer do próximo trimestre, sendo assim, os vendedores procurarão o alinhamento para abrirem novas posições curtas em regiões que sugiram um bom potencial de retorno em relação ao risco.

No atual momento, analisando graficamente o EURUSD, podemos visualizar o canal com sua resistência em 1.095 e o suporte do canal na região de 1.06. No caso do preço acima de 1.095 o movimento poderá ter força suficiente para testar o 1.10. Hoje tivemos uma barra bearish, com grande chance do preço testar a região 1.086.

Analisando tecnicamente os indicadores e osciladores, vemos que a EMA10 (vermelha) está acima da EMA20 (azul) indicando o momento de alta no preço. O MACD está maior que a linha de equilíbrio, também mostrando a força de alta. O Estocástico está no sobrecomprado e com uma sugestão que ele possa ter um cruzamento de cima para baixo, porém para termos essa confirmação o preço deverá fechar abaixo de 1.0850.

Há estatísticas que mostram que a maior parte dos gaps que vemos nos finais de semana geralmente são preenchidos em um ou dois dias, considerando que o atual gap ainda não foi preenchido, e considerando que estamos em uma região de resistência no canal, será difícil de manter esse otimismo com o Euro nos atuais níveis, é grande a chance do preço preencher esse gap nessa ou nas próximas semanas.

Veja o gráfico diário do EURUSD:

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Fed elevadores taxas, Dólar EUA fraco

Na última quarta-feira dia 15 de março tivemos o anúncio da taxa de juros pelo banco central dos EUA com o FOMC (comitê de política monetária) anunciando o aumento de 25 pontos base (0.25%). Muitos investidores imaginavam que com o anúncio de aumento de juros o dólar americano se fortaleceria ainda mais, porém o efeito prático do anúncio foi uma reversão de movimento, fazendo com que a moeda dos EUA tivesse uma significativa desvalorização.

Janet Yellen, presidente do FED, durante a coletiva de imprensa ajudou a jogar mais água na fogueira dos “USD Bulls” com uma fala que demonstrou que o FED não está com pressa nem tem em vista um novo aumento de juros, e que seus membros deverão efetivamente aguardar a evolução da economia durante os próximos meses, e tomarão decisão somente no caso dos dados econômicos os chamem para essa necessidade.

Yellen sempre faz questão de deixar claro que a política monetária não é uma política “preset course”, ou seja, algo já pré-determinado, é sim uma política “data dependent”, política dependente de dados, sendo assim, apenas com dados que demonstrem uma aceleração do aquecimento econômico  poderão fazer com que o FED aumente novamente o juro básico da economia daquele país.

Ficou claro também e Yellen fez questão de falar isso com todas as letras que eles acharam por bem aumentar o juros agora para evitar um superaquecimento da economia, pois talvez se não aumentassem agora a taxa de juros, isso poderia fazer com que a inflação superasse a meta do FED o que exigiria medidas mais fortes para que a inflação convergisse para a meta de 2%.

Após tudo isso ocorreu no EURUSD uma forte alta, e o par voltou a ser negociado acima de 1.07, valor que atuou como suporte no dia seguinte, e que na quinta-feira atuou como um “trampolim” para o preço, pois quando o EURUSD acelerou para baixo, tocou a região 1.07, muitos compradores entraram no mercado e fizeram com que o preço subisse cerca de 70 pips nas duas horas após essa aproximação ao referido suporte.

Neste momento o EURUSD está próximo a 1.0750, e os preços acima de 1.0770 parecem despertar o interesse dos vendedores, sendo assim, neste momento parece que o par não deverá encontrar força suficiente para uma subida mais forte, e será difícil a tentativa de teste do 1.0830. Porém podemos ver que o preço tem de certa forma permanecido no que podemos considerar um canal de alta. Logo, poderá representar uma boa oportunidade de compra a aproximação a parte inferior do canal no decorrer da próxima semana.

Analisando tecnicamente o EURUSD, podemos ver que a EMA10 (vermelha) está acima da EMA20 (azul) indicando que estamos em tendência de alta. O MACD está maior que a linha de equilíbrio, também sugerindo o momento de alta, o estocástico está vindo de um cruzamento do sobrecomprado e aponta para baixo, mostrando que estamos tendo uma correção para baixo na tendência de alta. De formar geral, o viés é de alta, porém é possível que antes do preço encontrar suporte suficiente para desafiar níveis mais altos, talvez ele ainda recue mais.

Veja o gráfico em H4 do EURUSD:

Este artículo es presentado por el  Alpari Research & Analysis

Perspectivas no EUR/USD

O dólar americano tem se fortalecido há meses e o EURUSD vem seguindo a tendência de apreciação do dólar com uma onda de queda no par há semanas. Estamos presenciando desde o início de fevereiro essa última onda de queda no EURUSD com a divulgação do último Non-Farm Employment Change, liberado em 03 de fevereiro, com dados robustos bastantes superiores ao consenso de mercado, o que trouxe para a mesa a continuação dos aumentos de juros pelo conselho de política monetária do Federal Reserve (FED).

Muitos investidores acreditam que no ano de 2017 o FED deverá aumentar de duas a três vezes os juros para os Estados Unidos, o que pode trazer um aumento do fluxo de dinheiro para a economia norte americana, e consequentemente acarretará na continuação da apreciação da moeda dos EUA. Janet Yellen disse nas suas últimas conferências a imprensa e a comunidade, que a economia americana está caminhando de forma consistente aos objetivos traçados pelo FED, o fortalecimento do mercado de trabalho, com aumento da renda, crescimento economia e uma inflação caminhando para a meta de 2%.

O cenário mais provável é que o dólar americano continue seu movimento de apreciação, influenciado pelas condições da economia e pela trajetória de aumento de juros pelo banco central dos EUA, vale ressaltar que Yellen fez questão de deixar claro que em todas as próximas reuniões o aumento de juros é uma possibilidade real e que poderá ser adotada tal medida. Está clara a possiblidade de continuação de aumentos de juros pelo FED, e que a economia americana continua se fortalecendo, todos os indicativos fundamentais sobre emprego, aumento de renda, ganhos de produtividade e inflação certamente serão acompanhados de perto pelo mercado.

Analisando o EURUSD em gráfico de velas semanais, observamos que a EMA10 (vermelha) está abaixo da EMA20 (azul) indicando a tendência de baixa, o MACD está menor que a linha de equilíbrio com o histograma decrescendo, mostrando que o par está caindo, o estocástico está cruzado e apontando para baixo na região 15, sugerindo que o preço está se deslocando baixo, mas como estamos nesse momento acima de 1.05, este nível poderá atuar como suporte e o preço passar por uma correção para cima. Para confirmarmos o viés de baixa deveremos ter um fechamento semanal abaixo de 1.05, e neste caso o preço poderá testar novamente níveis inferiores a 1.04.

Veja o gráfico semanal do EURUSD:

EUR/USD Chart
EUR/USD Chart

Este artículo es presentado por el  Alpari Research & Analysis

EUR/USD Análise Técnica

Após cerca de quatro semanas testando a região de 1.0350 o EURUSD não conseguiu estender a baixa e iniciou um movimento de correção para cima, e vem subindo desde o início do ano de 2017 quando o valor atingiu o nível mais baixo desde 2003 em 1.0340 após cerca de dois meses de queda do par no período que se seguiu a eleição norte-americana com a escolha de Donald Trump para presidente dos EUA.

Nesse movimento de alta que estamos visualizando, temos uma correção de cerca de 450 pips para cima, com vendedores tentando identificar um topo mais baixo da tendência de fortalecimento do dólar americano, já que a economia norte-americana tem crescido de forma satisfatória e de acordo com as perspectivas gerais do Federal Reserve, porém com um nível inflacionário abaixo do perseguido pelo banco central americano, que tem como meta uma inflação de 2%.

Dentro deste cenário o mercado busca interpretar os indicadores macroeconômicos norte-americanos e europeus, visando identificar o ponto o qual o mercado retornara à tendência de fortalecimento do dólar. Sendo assim, o mercado tem grande atenção aos principais indicadores que podem sugerir o aumento de emprego e da renda, com um possível aumento do ritmo inflacionário da economia dos EUA.

Nesta primeira semana do mês de fevereiro há notícias econômicas de grande relevância para a economia dos Estados Unidos, que são principalmente o anúncio sobre a política monetária, com divulgação da taxa de juros e dados sobre o mercado de trabalho. Tivemos no dia 01/02/2017 dados do “ADP Non-Farm Employment Change” o qual veio 50% maior do que o esperado pelo mercado, sugerindo um ritmo maior de geração de vagas de trabalho, que poderá ser confirmado pelo o tão esperado “Non-Farm Employment Change” e “Average Hourly Earnings” a serem liberado dia 03/02/2017 às 13:30h GMT 0.

No caso de dados de emprego que superem as expectativas com numero de geração de vagas superior a previsão de mercado e com aumento do ganho médio dos trabalhadores acima do esperado, temos um potencial cenário de retorno da tendência de fortalecimento do dólar com a possibilidade do par caminhar novamente para níveis inferiores e voltar a testar regiões que devem oferecer forte suporte ao movimento do preço respectivamente nos níveis 1.06 / 1.05.

No caso de termos uma frustração de expectativas com dados sobre o emprego e renda que se demonstrem decepcionantes, poderemos ter um enfraquecimento do dólar e o par EURUSD poderá subir e caminhar para testar os níveis de 61.8% (1.0835) e 76.4% (1.0950) de Fibonacci, este segundo que coincide com uma linha de resistência que poderá limitar o movimento de preço para cima e tem o potencial de atrair vendedores.

Analisando tecnicamente o EURUSD em velas semanais, a EMA10 (vermelha) está abaixo da EMA20 (azul) indicando tendência de baixa, o MACD está menor que zero, indicando também tendência de baixa, o histograma está crescendo indicando um momento de alta com essa correção que tivemos no movimento do preço nas últimas semanas. O estocástico está em 89, indicando o momento de alta, porém sugerindo que o preço poderá cair e o oscilador sair da região do sobrecomprado.

De forma geral, a tendência é de baixa e no momento estamos passando por uma correção para cima, e os ursos poderão retomar o controle no EURUSD caso os dados sobre a economia americana surpreendam positivamente o mercado.

Veja o gráfico semanal do EURUSD:

EUR/USD gráfico
EUR/USD gráfico

Este artículo está escrito por Renan Raminelli, analista senior de Alpari Research & Analysis

RESILIÊNCIA DO EURO

No ano de 2017 é esperado que o Dólar Americano se fortaleça, o FED (Banco Central dos EUA) tem para os EUA uma perspectiva de crescimento sustentável da economia, algo que vem ocorrendo já há algum tempo, e o governo de Donald Trump com as políticas defendidas pelo então candidato podem um efeito mais inflacionário na economia norte-americana, e neste caso, havendo uma maior pressão sobre os preços nos EUA é esperado um ritmo mais rápido de aumento de juros pelo FED. Neste contexto, muitos esperam que o dólar continue sua apreciação perante outras moedas.

O EURUSD desde quanto tocou o valor 1.0340 em 03/01/2017 tem subido, interrompendo a queda que vinha ocorrendo desde a eleição norte-americana. Neste momento o preço está em 1,0660, na região do nível 38.2% de Fibonacci, essa região anteriormente atraiu vendedores e fez o preço recuar, porém nos últimos dias o preço conseguiu superar esse valor e tem orbitado ao redor do mesmo. Dia 19/01/2017 após a coletiva de imprensa do ECB com Mario Draghi explicando a política monetária que está sendo implementada na Europa, durante a coletiva o preço caiu até o suporte mais próximo em 1.06, porém o dólar não encontrou força suficiente para romper esse nível e fechar o dia abaixo desse valor, e o euro demonstrou mais uma vez sua resiliência com o preço do par retornando para patamares superiores, semelhantes ao nível anterior ao pronunciamento e entrevista de Mario Draghi. 

Analisando tecnicamente o par EURUSD em velas diárias, segundo os indicadores e osciladores, a EMA10 (vermelha) está acima da EMA20 (azul) indicando tendência de alta, a linha do MACD está se aproximando da linha de Sinal, sugerindo que o preço possa ter uma queda num futuro próximo. O estocástico está em 51.67 e apontando para baixo, mostrando que ocorreu uma queda no preço. De forma geral, o viés no momento é misto, pois neste momento as médias móveis sugerem alta, com MACD e estocástico sugerindo a presença da força dos ursos.

Veja o gráfico diário do EURUSD:

Este artículo está escrito por Renan Raminelli, analista senior de Alpari Research & Analysis