Após ressurgimento, Gamestop se volta para os NFT’s

“Hodl”, “Diamond Hands” e “To the f#&$ing moon”

‘Entre o final de 2020 e o início de 2021, um dos acontecimentos econômicos mais importantes da história recente ocorreu no âmbito virtual. O que começou como uma tentativa de salvar a Gamestop (GME), loja de vídeo-games que fez parte de vida de muitos gamers americanos, se transformou na primeira grande prova de força coletiva contra os tubarões de Wall Street que vislumbravam lucros com a falência da empresa.

Por meio do Reddit, uma legião de pequenos investidores se apoiavam e incentivavam tanto a compra em massa de ações da loja, quanto o ato de segurar os investimentos o quanto fosse possível.

Sob essa premissa, encarando momentos ruins de mercado, quedas e muita pressão de fundos e até da mídia “especializada” para virar o jogo. Já ao fim de janeiro as ações da Gamestop valorizaram 1500%, enquanto grandes fundos investidores que apostaram na queda, como o Melvin Capital, tiveram perdas bilionárias no processo.

Agora salva e muito bem posicionada no mercado, a empresa mira o mercado de NFT’s para aproveitar o bom momento. É o que indica o anúncio feito pela rede de lojas buscando especialistas para desenvolverem sistemas a partir das blockchains da rede Ethereum (ETH).

De acordo com o comunicado, a Gamestop visa explorar o desenvolvimento de jogos em blockchains, seus consequentes NFT’s (Tokens não-fungíveis), além de demais aspectos proporcionados pela descentralização na qual os criptoativos se baseiam.

Potencial para fazer história mais uma vez

Isso tudo significa uma inovação considerável na empresa. Ela quase veio à falência por conta do crescimento natural das compras de jogos e artigos online sobre o mercado que pertencia às tradicionais lojas físicas. Com o impulso dado via Reddit, a rede já modernizou consideravelmente seus serviços e, agora, busca desenvolver jogo – ramo nunca antes explorado pela Gamestop.

Com certeza, trata-se de uma movimentação que o mercado deve ficar de olho por atrair uma série de indicadores de sucesso na operação: o momento é propício com as chamadas gamecoins crescendo exponencialmente e terá ainda mais apoio do Reddit e de demais fóruns e afins que participaram da revolução anterior.

Trata-se de um grupo extremamente engajado e que já apoiava a expansão do universo de criptoativos em paralelo à guerra travada contra os grupos de investidores. Do posicionamento privilegiado no mercado à base consumidora/apoiadora ativa, não é difícil imaginar que, pelo menos por hora, estejamos falando do primeiro grande jogo em blockchain.

Axie Infinity e outros exemplares já são realidades em suas propostas, mas até que alguma outra gigante do ramo dos games abrace em definitivo os criptoativos como a Gamestop se prepara para fazer, tudo indica que o projeto terá apoio o suficiente para emplacar a novidade mesmo frente aos jogos desenvolvidos de maneiras mais “tradicionais” e fazer história mais uma vez.

El Salvador pode se tornar “player” crucial para o mercado de criptos

Do ostracismo ao protagonismo

Para investidores, descrentes e curiosos, a observação das aventuras do Bitcoin em El Salvador poderiam ditar muita coisa para o futuro do ativo no “mundo real”. Mas apesar dessa consideração ser verdadeira, muitos desconsideram o potencial fenômeno inverso, que colocaria o modesto país centro-americano em uma das posições mais favoráveis do mercado de criptos mundial.

Seria óbvio atrelar um potencial crescimento econômico significativo em El Salvador ao processo de expansão pelo qual passa o mundo dos criptoativos, sobretudo na órbita dos Bitcoins (BTC).

A agora moeda oficial do país tem potenciais de valorização inicialmente inerentes à nação salvadorenha, tornando o país, pelo menos em primeiro plano, “refém” dos avanços e retrocessos do BTC.

Entretanto, pouco a pouco, o potencial de El Salvador para se tornar um “player” importante em um futuro próximo pode ir se revelando. A ideia de fazer a economia nacional “pegar no tranco” com uma verdadeira revolução oferece riscos, mas pode colocar o modesto país como referência do mercado mais inovador e promissor da atualidade.

Limitando a avaliação governamental somente ao assunto do BTC, o presidente Nayib Bukele e seus comandados agiram de maneira quase impecável até aqui. Não fecham com “10” por conta do início desnecessariamente turbulento, que incluía reclamações das explicações confusas de Bukele sobre o ativo, além das quedas constantes dos servidores da Chivo (carteira digital do governo) nos primeiros dias.

Para tornar o início da caminhada ainda mais traumático, o dia 7 de setembro, data do início oficial do projeto, foi marcado por forte queda nos preços do mercado e seguido dos ataques da China aos criptoativos.

O cenário estava montado para que a desconfiança tomasse conta, mas Bukele contornou a situação como deveria, utilizando talvez uma das táticas mais básicas dentre os investidores: “eles não podem te vencer se você comprar na baixa”, tuitou o chefe de estado ao anunciar que a economia do país havia obtido mais 150 Bitcoins durante a “micro-crise” mundial dos criptos.

E assim, em repetidas vezes, o movimento seguiu. Enquanto Bukele depositava dólares americanos e esperanças no futuro da economia, as coisas foram se ajustando.

Chivo saiu de problema para solução histórica, por exemplo. Não somente ganhou estabilidade de funcionamento, como em poucas semanas já apresentava um número de usuários cadastrados maior do que a quantidade de pessoas com contas bancárias no país (2,1 milhões contra 1,8 milhão em ainda em 27 de outubro), confirmando que o projeto poderia ser uma solução viável para a baixa bancarização populacional que há décadas não era sanada.

A desconfiança dos salvadorenhos em movimentar Bitcoins também já diminuiu consideravelmente, com aumento quase que diário de movimentações registradas na carteira digital do governo, enquanto relatos locais indicam uma resposta positiva de uso em diversas esferas sociais do país, indicando o desenvolvimento de uma população cada vez mais ambientada com o contexto de criptoativos que vem ganhando o mundo.

O impulso final para cravar o início promissor do projeto veio de um esforço praticamente global – com as boas novas de El Salvador inclusas – de empresas e governos, de colocarem à mesa debates referentes ao uso do BTC e dos demais criptos na economia mundial.

Outubro de 2021 já entrou para a história das moedas digitais e de El Salvador, com as altas históricas confirmando positivamente as apostas de Bukele e sua equipe. O país saltou de 400 BTC’s iniciais para 1120 com os 420 comprados durante a rápida baixa dessa quarta (27), totalizando quase US$ 68 milhões do ativo em posse.

Saldo positivo e promissor

Antes de completar dois meses da “aposta”, El Salvador mais do que dobrou seu número de Bitcoins (garantindo ainda valorização do ativo durante o processo), sanou problemas socioeconômicos históricos do país, colocou tanto sua população quanto sua estrutura econômica entre as mais bem preparadas para receber efetivamente os criptos e já colhe frutos dos lucros obtidos – a capital San Salvador ganhará o maior hospital veterinário do país, que será pago com parte dos lucros obtidos com o Bitcoin.

Agora, os olhos do mundo se voltam pra El Salvador com um contexto diferente. A nação é a prova viva de que, por mais que ainda haja muita coisa para acontecer, um criptoativo vai se mostrando capaz não só de ser utilizado como moeda, mas como alavanca para fazer um país todo se desenvolver.

E aí entra o potencial dos salvadorenhos em se tornarem cruciais para o mercado mundial. É difícil considerar que as ações de qualquer outro tipo de instituição impactem mais o Bitcoin e seus similares do que El Salvador. Seu será imediatamente atrelado ao Bitcoin, o que servirá de termômetro para o resto do mundo.

Indo além, tudo indica que as compras governamentais agressivas continuarão. Caso elas sigam com sucesso pelo menos próximo dos primeiros investimentos, o peso de El Salvador em posteriores movimentações será muito mais significativo, acompanhado.

Some isso tudo aos habitantes que, apesar de em sua maioria movimentarem pouco individualmente, coletivamente já passam dos 2 milhões de investidores que podem se movimentar de maneira coletiva em situações de compras e vendas, causando impacto sensível no mercado ao acompanhar o posicionamento do governo, por exemplo.

De uma das mais estagnadas e irrelevantes economias mundiais, para posição mais do que privilegiada na nova era econômica que inevitavelmente virá. Essa é a mudança de roteiro que vai se encaminhando para o futuro de El Salvador por ter abraçado o Bitcoin.

Copom eleva a Selic, mas o tiro sai pela culatra.

O dólar futuro negociado na B3 já vem trabalhando dentro de um canal de alta desde junho. No final de setembro o ativo acionou um pivô de alta no gráfico semanal, e na sexta-feira da semana passada (22/10), alcançou o alvo de 100% deste pivô. Esta semana o dólar iniciou com um forte movimento de queda, voltando a trabalhar abaixo dos R$5,60. Entretanto, hoje o ativo subiu novamente, recuperando toda a queda de segunda-feira.

Sem dúvida, a movimentação do dólar na semana passada trouxe preocupação aos integrantes do Comitê de Política Monetária (Copom). O principal objetivo do Banco Central (BC), no momento, é controlar a inflação. Para isso, é essencial que o dólar caia, ou pelo menos, pare de subir.

Tendo como objetivo controlar a taxa de câmbio e reduzir a inflação, o Copom vem seguidamente aumentando a Selic. Na reunião realizada em setembro, o Comitê elevou a taxa Selic em 1% e deixou programado para a próxima reunião um novo aumento de 1%. Entretanto, ao final da reunião de ontem, foi anunciado que a taxa Selic seria reajustada em 1,5%.

Certamente, o objetivo do Copom ao fazer um reajuste maior que o inicialmente programado, foi tentar frear a alta do dólar. Infelizmente não foi isso que aconteceu e a alta do dólar hoje começa a ser realmente preocupante.

Dólar caindo lá fora e subindo aqui!

O que trouxe dor de cabeça hoje, foi o fato de o dólar estar caindo perante outras moedas enquanto se valoriza contra o real.

O DXY, que se trata de um índice que compara o dólar americano a uma cesta de moedas, fez um forte movimento de baixa hoje. Com esse movimento o ativo acionou um pivô abaixo da média móvel de 20 períodos. Isso mostra que a moeda americana se enfraqueceu perante outras moedas.

O dólar caindo lá fora e subindo aqui mostra que a situação não está fácil para o Brasil. Principalmente com isso acontecendo logo após o Copom elevar a Selic.

Mas o dólar pode subir mais?

Conforme mostrado no primeiro gráfico, o terceiro alvo do pivô semanal coincide com o topo histórico do dólar. Ou seja, se a moeda americana buscar este alvo, poderá voltar a trabalhar na casa dos R$6,00.

Como o dólar continua em forte tendência de alta e segue trabalhando dentro do canal, a projeção segere que até o final deste ano o ativo pode alcançar o topo histórico.

Sem dúvidas, o BC fará tudo o que for possível para controlar a taxa de câmbio. Porém, caso o governo continue apresentando incertezas políticas e fiscais, é provável que o dólar continue subindo.

Norte-americanos e asiáticos aceleram regulações rumo aos criptos

Estados Unidos

Jelena McWilliams, presidente da Corporação Federal de seguros em depósito (FDIC), confirmou que sua agência se junta aos demais órgãos envolvidos na regulação dos criptoativos no país, mas com o objetivo de trabalhar em torno das primeiras possibilidades para bancos aderirem diretamente aos criptoativos.

A ideia de McWilliams se baseia em mais um derivado do debate regulatório que se iniciou em torno do uso de criptos em pagamentos de golpes cyber-terroristas, uma vez que as stablecoins do dólar americano seguem tendo suas próprias pautas de discussão.

Entretanto, a mandatária da corporação acredita que, uma vez assegurada a fiscalização por parte do governo e seu aval de uso, as stablecoins podem apresentar diversos benefícios aos seus usuários, com pagamentos mais rápidos, eficientes e baratos do que os métodos bancários tradicionais.

Se preparando para garantir as garantias e sobretudo o equilíbrio entre o dólar original e sua representação digital, o departamento do Tesouro Americano também revelou que a criação do banco central para stablecoins já está em consideração como possível solução.

Coréia do Sul

Um dos mercados asiáticos com maior potencial para crescer junto aos criptoativos, considerando todo contexto de desenvolvimento tecnológico do país, mira a primeira exposição do Bitcoin (BTC) em sua bolsa de valores.

O Korean Teachers’ Credit Union (KTCU), um dos maiores fundos de investidores institucionais no país, considera seriamente em um ETF composto puramente por BTC (ou de artigos ligados ao ativo) até a primeira metade de 2022.

A medida seria um passo além do fundo lançado pela Mirae Assets Global Investments (também sul-coreana) em abril desse ano via subsidiárias no Canadá. Além das operações serem realizadas na própria Coréia, o plano inicial era referente ao monitoramento do Bitcoin, enquanto a novidade visa a negociação mais direta do ativo.

Uma das afiliadas da Mirae, a Global X ETF, também preencheu um pedido para a liberação do fundo de ETF em Bitcoin junto ao Security and Exchanges Comission (SEC) ainda em julho.

Índia

Talvez o país mais indicado a ocupar, até certo nível, a lacuna deixada pela China no mercado, a Índia se vê cada vez mais próxima das moedas virtuais com o avanço de popularidade destes recursos no gosto e nas carteiras virtuais de sua imensa população.

Nesse cenário, o governo local deu mais um passo positivo rumo à regularização dos criptos. De acordo com relatos de oficiais do Ministério das Finanças do país, o governo se movimenta para em apresentar leis que contemplem os criptoativos como commodities, não somente como possíveis moedas, já em fevereiro de 2022.

A mudança é esperada sob a prerrogativa de auxiliar na organização do orçamento da união para o próximo ano, dando maior alcance ao planejamento econômico governamental adicionando a forte adesão dos indianos frente aos criptos.

Consequentemente, classifica-los como ativos oficiais nos textos de leis, encaminharia algum tipo de aplicação de taxas para investidores e exchanges que forneçam seus serviços para a população da Índia.

O departamento responsável pelos impostos e taxas no país já havia se pronunciado sobre a possibilidade de uma taxação ocorrer até mesmo mais cedo no ano, mas não se pronunciou ainda sobre as novas leis esperadas para o ano que vem.

Dubai

Os Emirados Árabes Unidos, por sua vez, se destacam cada vez mais como um dos países com a jurisdição mais amistosa para os criptoativos.

Agora, a autoridade do setor de finanças de Dubai (DFSA), órgão regulatório independente encarregado de fiscalizar os serviços financeiros prestados na cidade, estabeleceu a estrutura de investimento em tokens, classificando-os como tokens de segurança e tokens derivativos – classificação muito próxima dos de utilidade.

A divisão regula com mais exatidão os modelos de investimentos em torno dos criptos que podem ser trocados diretamente por ativos reais (segurança) e dos referentes à produtos e serviços (derivativos). O objetivo é de proteger investidores, estabelecer limites legais para as respectivas diferenças operacionais, além de classificar com mais exatidão para interessados os modelos de investimentos que englobam determinados ativos.

Outra movimentação pró-criptos do DFSA, foi a aprovação dada ao Bitcoin Fund, conglomerado de investimentos canadense para se tornar o primeiro do mercado de ativos digitais a ser listado no oriente médio. Por meio dele, investidores da região poderão interagir com a flutuação do Bitcoin diretamente em dólar americano.

Euro ganha força contra o dólar e aciona pivô de alta.

Observando o gráfico semanal do EUR/USD, é possível entender um pouco melhor a dinâmica dos preços. Em maio de 2020 o euro começou a se valorizar em relação ao dólar, fazendo um forte movimento de alta. Após fazer um topo, a moeda corrigiu até a retração de 38,2% de todo o movimento de alta. Em seguida o euro tentou subir novamente, mas falhou em romper topo, e vem caindo desde então.

Conforme mostrado no gráfico, o euro começou a cair após falhar em romper topo. Mas o ativo se segurou na região do fundo anterior, que também coincide com a retração de 38,2%. Na sequência a moeda europeia tentou subir novamente, mas sequer chegou até a média, voltando a cair na semana seguinte. Com essa movimentação, o Euro acionou um pivô de baixa no gráfico semanal.

Observando o gráfico diário, é notado que após acionar o pivô, o euro caiu com força até o primeiro alvo. Entretanto, a moeda respeitou a resistência gerada pelo alvo e passou a subir.

Na semana passada a moeda europeia superou a média móvel de 20 períodos do gráfico diário, mas não conseguiu romper a região do fundo do pivô. Hoje, no entanto, o euro vem fazendo um forte movimento de alta, rompendo a resistência e acionando um pivô de alta no gráfico diário.

Então o Euro vai subir?

Se a moeda europeia conseguir romper a região do fundo perdido, é possível que dê continuidade a alta. Contudo, mesmo que o ativo alcance o terceiro alvo do pivô do gráfico diário, o pivô do gráfico semanal ainda não terá sido desarmado. Deste modo, é possível que o euro faça um pequeno movimento de alta, para na sequência voltar a cair.

O que reforça esta hipótese é que o terceiro alvo projetado pelo pivô semanal, coincide com a retração de 61,8% de todo o movimento de alta. Como se trata de um par de moedas, existe uma grande probabilidade de que o ativo corrija até esta retração.

Outra hipótese possível, porém, é que o euro volte a subir, mas permaneça fazendo movimentos com pouca amplitude. Isto seria caracterizado por uma consolidação no gráfico semanal. Este tipo de movimentação também é comum para pares de moedas após um forte movimento, como aconteceu com o EUR/USD ao final de 2020.

Santos F.C. entra para o time dos tokens

Criptos como reforços de peso para futebol

O crescimento do mercado de criptoativos, sobretudo de tokens, surgiu como ajuda providencial para o mundo esportivo arrecadar recursos mesmo em meio à pandemia de Covid-19, que obrigou a paralisação mesmo dos maiores campeonatos do planeta.

O futebol, com seu enorme alcance, popularidade e legião de fãs, vem obtendo os resultados mais expressivos do modelo. Como principal exemplo, foi confirmado pela diretoria do Paris Saint-Germain (França) que o token do PSG foi parte crucial para bancar parte considerável do salário anual do astro Lionel Messi, que foi acertado em cerca de €40 milhões de euros.

Pensando nisso, o Santos Futebol Clube (SP) foi mais uma das equipes de peso a acreditar no potencial dos tokens. Em live transmitida na terça-feira (26), a parceria com o Mercado Bitcoin foi confirmada junto das primeiras informações oficiais sobre o funcionamento do “Token da Vila”.

Com preço fixado em R$ 50 pelos próximos 4 meses, a expectativa do prifutebmeiro lote é que cerca de 600 mil tokens sejam negociados, gerando valor esperado de R$ 30 milhões.

Seguindo o DNA Santista, base agora dará lucros em blockchains

Torcedores e investidores poderão se beneficiar do Mecanismo de Solidariedade da Fifa, que pode garantir até 5% de futuras transferências que envolvam os 12 atletas selecionados para o projeto – grandes nomes do futebol nacional e internacional que vestiram a camisa do Santos entre os 12 e 23 anos.

Dessa forma, após os 4 meses iniciais estipulados com preço fixo, o token será valorizado de acordo com o desempenho dos atletas, bem como diretamente remunerado com a confirmação das transferências que envolvam os jogadores em questão.

O destaque fica por conta da “presença” Neymar (PSG) no pack, mas os tokens incluirão também nomes como Rodrygo (Real Madrid – Espanha), Lucas Veríssimo (Benfica – Portugal), Emerson Palmieri (Lateral naturalizado italiano e campeão da Eurocopa 2020 com a Azzurra, defende o Lyon – França), Alex Sandro e Kaio Jorge (Juventus – Itália), Alan Patrick (Shakthar – Ucrânia), Caio Henrique e Jean Lucas (Mônaco – França), Yuri Alberto (Internacional – RS), além de Gustavo Henrique e Gabriel Barbosa (Flamengo – RJ).

Com a novidade, o Santos é o quinto time brasileiro a aderir aos criptoativos, se juntando à Flamengo, Atlético Mineiro (MG), além dos rivais Corinthians e São Paulo (SP).

Vice-campeão da Libertadores 2020, o Santos passa por um dos momentos mais delicados de sua história recente.

Em ano mais “econômico”, com redução de gastos e menor investimento para contratações, o time está na 17ª posição (a primeira da zona de rebaixamento para a segunda divisão) com 29 pontos somados faltando 11 jogos para o fim do Brasileirão 2021.

Ao enfrentar hoje (27) o Fluminense (RJ), o Peixe se manter ao lado de São Paulo e Flamengo como um dos únicos times da elite do futebol brasileiro que nunca foi à Série B nacional.

Multinacionais cada vez mais próximas das criptomoedas

Questão de tempo

A consideração do peso das criptomoedas na economia mundial não pode ser mais ignorado. Seu potencial em valores e possibilidades, somado aos seus revolucionários princípios, já denotam a iminente “chegada” dos ativos dessa natureza ao mundo off-chain.

Sem muitas surpresas, nações de todos os continentes se preparam, em sua maioria de maneira receptiva, em direção ao melhor posicionamento possível frente ao novo mercado.

Consequentemente, as maiores empresas do planeta também se preparam para a onda de mudanças que já chegou, com representantes importantes de setores variados puxando abrindo caminhos para seus respectivos ramos.

Gigantes do mundo dos negócios se preparam para a nova era

Durante o último final de semana (23 e 24), foram confirmadas as movimentações da gigante do varejo Walmart (WMT) para receber pagamentos em Bitcoin (BTC). Depois de passar pela polêmica da fakenews envolvendo o Litecoin (LTC), a multinacional confirmou as parcerias firmadas com a Exchange CoinMe e com a fabricante e programadora de caixas eletrônicos, Coinstar para montar um sistema capaz de receber pagamentos por seus produtos em Bitcoin.

200 caixas capazes de converter dólares americanos em vouchers de BTC (que poderão ser convertidos para carteiras da CoinMe) foram adquiridos pelo Walmart. Estima-se, entretanto, que pelo menos no formato inicial desenhado, cerca de 11% seja cobrado em taxas nas transações.

Quem também anunciou nessa terça-feira (26) mudanças importantes na interação com criptos  – que até por conta do âmbito de pagamentos, pode propagar avanços posteriores ainda maiores – foi a Mastercard (MA).

A empresa caminha para dar suporte às transações em criptoativos, o que pode abrir as oportunidades para que bancos operem juntos ao novo ecossistema.

A novidade está sendo construída em parceria com a plataforma de negociações Bakkt, que será responsável pelo acompanhamento do novo sistema, que permitirá cerca de 1 bilhão de usuários explore as transações de moedas virtuais para compra, venda e demais serviços como programas de fidelidade e recompensas.

Por fim, a Tesla (TSLA), pioneira na recepção às criptomoedas muito por conta do CEO Elon Musk ser grande entusiasta do mercado, indica que deve “retomar as práticas de transações envolvendo criptoativos”, acreditando “no potencial em longo prazo dos recursos digitais tanto como investimento, como alternativa de pagamento com liquidez.”

Entre janeiro e março de 2021, a Tesla aceitava o Bitcoin como método de pagamento para os veículos elétricos produzidos pela empresa, tendo investido ainda US$ 1,5 bilhão do seu capital no ativo até o mês de abril.

A ideia foi cortada por conta de críticas referentes à mineração de criptos tradicional não ser necessariamente sustentável ao exigir gasto energético considerável, mas a possibilidade voltou a ganhar força após o aumento considerável de projetos que permitiam a utilização de energias renováveis no processo.

Em junho, Musk indicou que consideraria retomar os pagamentos em BTC quando pelo menos metade dos Bitcoins disponíveis no mercado fossem obtidos de maneira sustentável.

Nos últimos dias, estes grandes exemplos se destacaram, mas fato é que além do pioneirismo envolvido nos projetos citados poder serem expandidos e replicados nos respectivos ramos, coletivamente fortalecem a assimilação das criptomoedas tanto pela economia tradicional, quanto pela sociedade.

Mais notícias similares aparecerão em breve, mas o maior dos avisos que se pode tirar, é de que se trata apenas do começo de uma verdadeira revolução.

O fenômeno Shiba Inu

Origens

O Shiba Inu (SHIB) é um criptoativo jovem, criado em agosto de 2020, e é mais um ativo do mercado que possui um criador misterioso, simplesmente identificado como “Ryoshi”. Os amantes de coins reconhecem imediatamente a conexão com a raça canina japoneesa de mesmo nome, não à toa o animal é o símbolo da moeda.

Mas a conexão com o cachorrinho vem, na verdade, da principal “memecoin” do mercado – a DogeCoin (DOGE) – que se inspirou no conteúdo humorístico que se popularizou na internet justamente em torno de imagens de cães da raça em questão.

O Shiba Token, como também é popularmente conhecido, teve seu funcionamento diretamente moldado do ativo concorrente. Não à toa disputam o mesmo espaço de mercado, com SHIB sendo apelidado de “assassina da Dogecoin.”

Ganhando o mundo fora dos blockchains

A ascenção do SHIB começou efetivamente em 2021 e de maneira similar à outros criptos promissores do ano: com o ativo rompendo as barreiras do mundo virtual. A principal movimentação ocorreu em março, quando Vitalik Buterin, bilhonário investidor do mercado de criptos, doou cerca de 50 trilhões de SHIB – mais de US$1 bilhão na época – para o fundo indiano de combate à Covid-19.

Entretanto, quem seguiu colocando o Shiba Inu em pauta foi Elon Musk, CEO da Tesla (TSLA). Como já fez com outros ativos, como o Bitcoin (BTC) e o próprio Dogecoin, usou de sua influência e capacidade como proprietário de uma das empresas mais inovadoras do planeta para “manipular” os preços dos ativos com simples tweets. 

Se aproveitando do enorme movimento de alta do mercado na virada do mês de setembro para outubro em que o ativo já havia subido 55% após o anúncio do projeto de uma exchange descentralizada própria, Musk usou mais uma vez de seu Twitter para fazer uma “brincadeira” com seus seguidores, na qual elogiava seus cachorros – da raça Shiba Inu – e deixava subentendido o apoio e até maiores intenções com a moeda virtual.

Como resultado, os preços subirem ainda mais, batendo 240% de lucro semanal, em movimentação que impulsionou ativo a ultrapassar o volume de cotação da Ethereum (ETH) no último final de semana – US$ 15,65 bi contra US$ 15,59 bi no domingo (24) – e apontou nova alta de 50% no domingo (24).

Entretanto, mais uma vez Musk entrou em cena: também via Twitter, o empresário respondeu à seguidores que, no fim das contas, não contava com nenhuma unidade de Shiba Token em seu portifólio, impulsionando o movimento vendedor agressivo que abriu a segunda-feira (25) com baixas de até 20%.

De qualquer forma, o SHIB continua sendo um grande sucesso, sobretudo ao se considerar percentuais de lucro obtidos em 2021. No recorte de um ano, os gráficos apontam para valorização acima dos 44.000%.

A expectativa é de que seu “time” não para por aí. Isso porque além da própria equipe responsável diretamente pela manutenção do projeto, internet à fora vai mobilizando uma verdadeira “torcida” para seu sucesso.

Parando bem para pensar: apesar de não ser garantia de sucesso, a equação composta por um ativo extremamente barato (US$0.0000414 a coin na cotação do início da tarde do dia 25), popular e novo: com um público extremamente engajado e também jovem, dá à Shiba Inu um combustivel de alta validade e capacidade de combustão para superar problemas e impulsionar os bons momentos.

Mesmo que seu próprio ecossistema ainda tenha muito a evoluir ainda, é fato que ainda ouviremos bastante do cripto que começou como resposta à brincadeiras, mas se transformou rapidamente em algo muito sério.

Euro perde valor para o dólar, mas real surpreende ao subir 1,7%!

O Euro já vem perdendo valor perante o dólar desde o início de junho. No final de setembro, a moeda europeia fez um forte movimento de baixa e acionou um pivô no gráfico semanal. Isto acarretou também no rompimento de uma região de fundo importante.

Após quase atingir o primeiro alvo, o euro começou a subir. Porém, o ativo respeitou a resistência imposta pelo fundo perdido, e hoje passou novamente a cair.

Ao que tudo indica, o último movimento de alta parece ter sido apenas um retrocesso, para que na sequência o ativo dê continuidade à queda.

Caso o euro perca novamente a média móvel de 20 períodos, o mais provável é que vá em direção aos alvos projetados pelo pivô que foi acionado no gráfico semanal.

O Real não se importa com o cenário externo!

Mesmo com o dólar se valorizando perante outras moedas, o real vem ganhando valor em relação à moeda americana desde o início do pregão. Por volta das 15:00 o dólar futuro, negociado na B3, vinha caindo cerca de 1,70%.

Durante as alíneas de quinta e sexta-feira, o ativo chegou a violar a linha superior do canal de alta pelo qual vem trabalhando desde junho. Na sexta-feira, inclusive, o alvo de 100% do pivô semanal foi alcançado. Contudo, o dólar recuperou o final do dia em queda.

Hoje, com o forte movimento de queda, o ativo se aproxima novamente do centro do canal.

Este movimento do dólar vem em linha às notícias envolvendo o aumento da taxa SELIC que será discutido na reunião do COPOM desta semana. O que está previsto para esta reunião é que seja definido o aumento de 1% na taxa SELIC, passando esta para 7,25%. Entretanto, ocorreram comentários de que o Banco Central (BC) precisa se posicionar à frente da curva de juros, e para isso deveria importar um aumento de 1,5% na reunião desta semana.

Como o BC tem como objetivo imediato controlar a alta da informação, é possível que realmente esse aumento de 1,5% seja definido. De qualquer forma, a queda do dólar hoje eliminou, pelo menos por enquanto, a busca do ativo pelo terceiro alvo do pivô semanal. Alvo este que coincide com o topo histórico do ativo, na região dos R $ 6,00.

Essa dinâmica de preços do dólar já foi explicada com mais detalhes no artigo ” Dólar dispara novamente e o cenário começa a ficar preocupante!”

Crypto Weekend: 22 à 24 de outubro

Walmart se aproxima dos criptos (dessa vez, de verdade)

A gigantesca rede de varejo Walmart (WMT) já está se movimentando para interagir com a iminente onda de criptoativos que cresce em tudo o mundo. Em parceria com a exchange CoinMe e com a empresa Coinstar, do ramo de caixas eletrônicos, a empresa se programa para integrar o uso de Bitcoins (BTC) aos seus métodos de pagamento.

O primeiro dos passos oficiais nessa direção foi confirmado pela compra de 200 caixas eletrônicos capazes de fazer transações também com Bitcoins, permitindo sua compra por meio do criptoativo.

Para utilizar as máquinas, pelo menos nas primeiras etapas da novidade, os compradores poderão trocar notas de dólares americanos nos aparelhos em troca de vouchers que consumarão o total em BTC nas carteiras CoinMe. De acordo com o material divulgado pela exchange, um total de 11% em taxas seja cobrado no processo de troca de ativos.

Em setembro, a rede serviu de “bode expiatório” para um processo de pump and dump de investidores de Litecoin (LTC). A busca do Walmart por programadores especialistas em criptoativos e blockchains serviu para que um falso comunicado fosse creditado à empresa.

O material falso indicava que a rede havia fechado parcerias para receber o LTC como método de pagamento, o que fez seu preço disparar enquanto movimentou o triplo de seu volume diário em apenas uma hora. Pouco tempo depois, o CEO do Walmart, Doug McMillon, se pronunciou para desmentir os boatos, o que propiciou queda brusca do ativo.

Hackers divulgam mais de 3 milhões de e-mails registrados no CoinMarketCap

O site CoinmarketCap, que acompanha em tempo real a flutuação de criptoativos, anunciou ter sido alvo de um ataque de hackers. A ação vazou mais de 3,1 milhões de e-mails registrados na plataforma.

O comunicado, além de confirmar o vazamento, aponta que não existem evidências que apontem para o vazamento das senhas dos usuários, alerta para a possibilidade de que as informações sejam cruzadas com outros casos similares (mas que senhas tenham sido reveladas) com o objetivo de encontrar contas que usem a mesma palavra-passe para diferentes plataformas.

É o segundo caso recente de cyber-ataques sofridos recentemente pela CoinMarketCap. Recentemente, um grupo de hackers encontrou falhas no processo de verificação de contas do site e interagia com os usuários via SMS nas etapas de confirmação. Mais de 6 mil contas foram efetivamente comprometidas no episódio.

EUA iniciam conversa sobre criptoativos em campanhas políticas

Nos Estados Unidos, pautas de regularização de uso dos criptoativos seguem em alta. Mais especificamente no Texas, uma proposta foi endossada à secretaria do estado com o objetivo de permitir que contribuições à campanhas e comitês eleitorais possam ser feitas em criptos.

Em caso de aprovação, as doações precisarão ser identificadas como investimentos. De acordo com a comissão responsável, a ideia é de regularizar também no âmbito político a maneira que os órgãos fiscalizadores já consideram as movimentações de ativos dessa natureza em outras áreas.

O texto indica que as campanhas não poderão movimentar diretamente os criptos sem vender as criptomoedas antes de gastar o valor das doações, apesar de não requerir, inicialmente, que registros diários dessas movimentações sejam feitos pelos responsáveis.