China regulamenta setor imobiliário e incentiva investimentos locais

A desaceleração da economia chinesa vem preocupando o Partido Comunista, que tem buscado implementar medidas direcionadas para aquecer o mercado interno e reativar o setor imobiliário.

Ontem (24/11), o vice-primeiro-ministro da China, Liu He, disse que o país deve antecipar um volume razoável de obras de infraestrutura para impulsionar a demanda doméstica.

Outro objetivo a ser perseguido, segundo a principal autoridade econômica do país, é a contenção da especulação imobiliária e a estabilização dos preços das moradias.

Com a expectativa de recuperação da demanda, os contratos de minério de ferro ampliaram os ganhos nesta quarta-feira com o crescente otimismo em relação ao setor imobiliário na China, apesar de restrições impostas para reduzir a poluição na maior cidade siderúrgica do país ainda estarem em voga.

Já as bolsas asiáticas tiveram desempenho misto no dia de hoje. O Shangai Composite variou -0,24%, aos 3.584,18 pontos. O Hang Seng, índice de Hong Kong, subiu 0,22%, aos 24.740,16 pontos. Enquanto isso, o Nikkei 225, índice do Japão, variou +0,67%, aos 29.499,28 pontos.

Regulamentação do setor imobiliário

Em artigo publicado pelo principal jornal do Partido Comunista, o Diário do Povo, Liu He prometeu restringir o mercado habitacional sob o slogan “casas são para se viver, não para especulação”.

De acordo com o texto, as autoridades chinesas devem “se concentrar em estabilizar os preços da terra, os preços das casas e estabilizar as expectativas”. 

O intuito é “resolver os problemas de habitação das famílias e promover o desenvolvimento saudável de empresas imobiliárias”, completou o texto.

Ironicamente, as restrições de Pequim aos financiamentos ao setor imobiliário é justamente uma das principais causas para a desaceleração da economia. 

Com as vendas de imóveis, os preços das casas e as novas construções vêm caindo nos últimos meses.

As autoridades dizem que o excesso de oferta de moradias é uma ameaça à estabilidade econômica e querem que os investimentos sejam direcionados a setores prioritários, como manufatura de alta tecnologia, em vez de mais apartamentos.

Incentivo para investimentos 

Além da regulamentação do setor imobiliário, a China também planeja acelerar o ritmo de emissão de títulos especiais do governo para impulsionar o investimento.

Ainda em seu artigo no Diário do Povo, o vice-primeiro-ministro Liu He acrescentou que um volume razoável de obras de infraestrutura deveria ser antecipado com o objetivo de impulsionar a demanda doméstica.

Essas medidas estão sendo somadas às expectativas de afrouxamento monetário que começaram a ganhar força entre analistas nos últimos dias.

Isso porque o Banco Popular da China retirou algumas orientações de política no seu relatório trimestral, dando a impressão de um tom mais expansionista.

Esse conjunto de políticas deverá ser colocado em prática mesmo em um cenário de pressão inflacionária que vem acometendo praticamente todo o mundo.

Ações asiáticas fecharam em alta nesta sexta-feira

As ações avançaram na maioria dos principais mercados no fechamento do pregão por lá.

Na China, uma importante reunião do Partido Comunista terminou com uma resolução preparando o cenário para que o presidente Xi Jinping permanecesse líder por toda a vida. A decisão era esperada.

Os líderes do partido elogiaram o papel do atual líder na ascensão do país como potência econômica e estratégica, aprovando uma história política que lhe dá status ao lado das figuras mais importantes do partido, como Mao Zedong.

Embora a economia chinesa esteja desacelerando depois de se recuperar de uma crise pandêmica, o recorde de US $ 139,1 bilhões gasto pelos compradores chineses durante a extravagância anual de compras do Dia dos Solteiros em 11 de novembro sugeriu potencial para uma demanda resiliente no varejo.

Preocupação com a inflação

As preocupações com a inflação têm abalado os investidores no mundo todo ao longo da semana. Dados recentes no Brasil, EUA e China pintam o quadro de uma economia aquecida e com pressões de preços generalizadas.

As empresas vêm alertando que estão sendo pressionadas pelos custos mais altos das matérias-primas e por problemas na cadeia de suprimentos. 

Os consumidores já estão enfrentando custos mais altos para itens essenciais como alimentos, aluguel, automóveis e óleo para aquecimento. 

Os analistas temem que possam cortar gastos com itens discricionários para se concentrar nos essenciais, o que poderia prejudicar a recuperação econômica mais ampla.

Nos EUA, a inflação mais alta aumenta as expectativas de que o Federal Reserve (Fed) e outros bancos centrais aumentarão as taxas de juros de curto prazo implantadas durante a pandemia para estimular empréstimos e gastos. 

O Fed já começou a reduzir as compras de títulos que faz para manter baixas as taxas de longo prazo. Alguns analistas esperam que o banco central comece a aumentar as taxas de juros no final de 2022.

Índices

O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 0,32%, para 25.327,97, enquanto o índice Shanghai Composite subiu 0,18%, para 3.539,10.

Em Tóquio, o Nikkei 225 saltou 1,13% para 29.609,97. Em Sydney, o ASX 200 também ganhou 0,83%, indo a 7.443,00.

Já no ocidente, o S&P 500 está a caminho de sua primeira perda semanal em seis semanas. Na quinta-feira, o índice ficou perto da estabilidade, subindo 0,1% para 4.629,27. 

O Dow Jones Industrial Average caiu 0,4% para 35.921,23.

O destaque negativo ficou por conta da Walt Disney, que caiu 7,1% após relatar ganhos mais lentos de assinantes em seu canal de streaming e fracos resultados financeiros fiscais do quarto trimestre.

As ações de tecnologia fizeram a maior parte do trabalho pesado para o benchmark S&P 500 e os fabricantes de chips foram particularmente fortes. 

A Nvidia subiu 3,2% e a Qualcomm subiu 2,9%. Os bancos também obtiveram ganhos sólidos.

Aqui no Brasil, o Ibovespa disparou 1,54%, com Vale respondendo pelo principal suporte após avanço dos preços do minério de ferro na China.

Na Ásia, bolsas sobem, apesar de dados de inflação ruim

Os mercados asiáticos corrigiram as quedas do dia anterior, apesar da piora dos últimos dados econômicos divulgados.

Nos EUA, os dados divulgados na quarta-feira (10/11) mostraram que o índice de preços ao consumidor (IPC) cresceu 6,2% no comparativo anual e 0,9% no comparativo mensal. 

O núcleo do IPC, índice levado em conta pelo Federal Reserve (Fed) na hora de avaliar a inflação, aumentou 4,6% no comparativo anual e 0,6% no comparativo mensal em outubro. 

Já o índice de preços ao produtor (PPI) cresceu 0,6% no comparativo mensal e 8,6% no comparativo anual. O núcleo do PPI cresceu 0,4% no comparativo mensal.

A alta inflação também continua sendo uma preocupação na China. De acordo com os dados divulgados, também na quarta-feira, mostraram que o IPC cresceu 0,7% no mês-a-mês e 1,5% no ano-a-ano em outubro. No acumulado de 12 meses, o PPI cresceu 13,5%.

Por fim, o mercado também precifica os dados de emprego australianos divulgados no início do dia, que revelaram um aumento na taxa de desemprego para 5,2%.

Preocupação com a política monetária

A inflação acima do esperado também trouxe expectativas de que os bancos centrais aumentariam as taxas de juros. 

Os dados da China e dos EUA vem servindo de base para o argumento de que as pressões inflacionárias são temporárias. 

No entanto, a secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, na terça-feira manteve sua visão de que a alta inflação não persistirá além de 2022 e que o Federal Reserve dos EUA trabalhará para evitar uma repetição do nível de inflação dos anos 1970.

Alguns investidores estão apostando que o Fed aumentará as taxas assim que concluir a redução dos ativos em meados de 2022.

“Este é o momento perfeito para gravitar em direção a jogos defensivos, obter lucro e estar nos setores estrategicamente posicionados em relação a este mercado volátil que apresenta muitos desafios”, disse a analista do Morgan Stanley, Katerina Simonetti, ao portal Bloomberg.

Os investidores também continuaram preocupados com o fato de a recuperação econômica da China a partir do COVID-19 estar mostrando sinais de desaceleração. 

Do lado positivo, temos a notícia de que o China Evergrande Group mais uma vez evitou a inadimplência após pagar os juros vencidos de três títulos em dólares americanos.

Por fim, a quinta-feira também é marcada pelo encerramento da reunião do Comitê Central do Partido Comunista Chinês e deve abrir o caminho para um terceiro mandato sem precedentes para o presidente Xi Jinping. 

Também na quinta-feira acontece o festival anual de compras do Dia dos Solteiros da China. 

Bolsas na Ásia

O Nikkei 225 do Japão fechou com variação de 1 ,06%, aos 29,374.30 pontos.

Na Austrália, o ASX 200 se manteve estável, cotado aos 7,418.35 pontos. 

O índice Hang Seng de Hong Kong subiu 1,52%.

O Shanghai Composite da China ganhou 1,15%, com cotação chegando aos  3.532,79 pontos.

Hong Kong sobe mesmo com China caindo.

O índice Hang Seng representa as 40 maiores empresas listadas na bolsa de Hong Kong. Após fazer um topo em meados de fevereiro, o índice passou a cair e vem seguindo por uma tendência de baixa desde lá. O ativo chegou a fazer um fundo duplo em uma região de alvo, dando a entender que poderia voltar a subir a partir daquele ponto. Contudo, o veio novamente para baixo e continuou caindo por mais alguns dias.

Depois que o índice perdeu o fundo, vinha desenhando um forte padrão de baixa. Isso porque, fez o pullback no fundo perdido e deu sequência à queda, indicando que acionaria um pivô de baixa.

No entanto, o movimento foi frustrado e o índice passou a subir. O padrão de reversão deixado no fundo projeta o terceiro alvo na retração de 38,2%. Isso dá a entender que o índice buscará este alvo e poderá então, passar a trabalhar dentro das retrações de Fibonacci.

Ontem e hoje o ativo fez dois fortes dias de alta após romper o primeiro alvo. A expectativa é que o ativo busque o terceiro alvo nos próximos dias, onde poderá então encontrar uma resistência.

Shanghai e Shenzhen em direções opostas.

Enquanto a Bolsa de Hong Kong mostra um movimento de alta, as bolsas de Shanghai e Shenzhen não mostram uma direção clara.

Shanghai fez um forte movimento de alta e corrigiu até a retração de 50%. Ontem, em um dia de forte alta, o índice Shanghai Composite superou a retração de 38,2% dando a entender que poderia buscar o topo. Contudo, a média móvel de 20 períodos está segurando o preço. Também é importante destacar que esta média segue apontando para baixo.

O índice da bolsa de Shenzhen, por sua vez, perdeu o canal de alta no qual vinha trabalhando e buscou o alvo de 100% do pivô de pré-rompimento que foi acionado. Ontem, o ativo também fez um belo movimento de alta, porém bateu na média de 20 e sentiu a resistência. Hoje, o índice vem trabalhando em leve baixa, mostrando que poderá respeitar a média e voltar a cair.

Caso os índices chineses consigam superar a média móvel de 20 períodos, continuarão subindo. No entanto, se a resistência imposta pela média for respeitada, é provável que os ativos permaneçam em consolidação.

Hong Kong sobe com força e pode dar início a uma tendência de alta.

O índice Hang Seng representa as 40 maiores empresas negociadas na bolsa de valores de Hong Kong. Após iniciar o ano de 2021 fazendo um forte movimento de alta, o ativo fez um movimento de correção e ficou por 4 meses trabalhando dentro das retrações de Fibonacci.

Sem conseguir voltar a subir, o índice perdeu o retângulo formado e começou a cair. Conforme mostrado no gráfico semanal, acima, o ativo realizava fortes movimentos de queda e fazia pequenas correções, dando assim sequência à tendência de baixa.

Contudo, após alcançar o alvo de 161,8% da projeção de Fibonacci do retângulo perdido, o ativo se segurou no suporte e tentou subir. A força vendedora tentou por mais uma vez levar o preço para baixo, mas novamente houve defesa, formando assim um fundo duplo no gráfico diário.

Na sexta-feira, após a reabertura do mercado chinês, o índice Hang Seng abriu em alta, mas foi perdendo força ao longo do dia e acabou fechando próximo ao topo superado.

Como o ativo está em tendência de baixa, seria possível dizer que com a volta do preço na sexta-feira, fazendo o índice fechar próximo ao topo superado, o movimento de alta teria sido frustrado e o preço voltaria a cair nos próximos dias.

Porém, não foi isso que aconteceu. Hoje o índice já abriu em alta e seguiu subindo conseguindo alcançar o primeiro alvo do pivô acionado.

O movimento de alta vai continuar?

É esperado que o índice de Hong Kong realmente faça um movimento de alta, pois o padrão formado, o fundo duplo, é considerado um poderoso padrão de reversão. Desde modo, o mais provável é que a força compradora consiga levar o ativo até o alvo de 161,8% da projeção, pois esta região coincide também com o último topo mais relevante.

Entretanto, se traçarmos as retrações de Fibonacci de todo o movimento de baixa, percebemos que, mesmo o ativo realizando o movimento de alta e alcançando o terceiro alvo projetado, estaria apenas regredindo até a retração de 38,2%, de modo que, a tendência primária de baixa continua prevalecendo.

Bolsas Asiáticas mostrando fraqueza

A bolsa de Hong Kong já vem enfrentando perdas desde meados de julho, quando perdeu um retângulo formado no topo. Na semana passada, porém, rompeu o alvo de 161,8% da projeção da figura gráfica e hoje, apesar da bolsa estar subindo, mostra que a força vendedora está dominando, pois a média móvel de 8 períodos está atuando como uma resistência para o preço.

Caso o movimento de baixa continue e o ativo perca o fundo formado na terça-feira da semana passada, será acionado um pivô de baixa que poderá levar a bolsa a uma queda de mais 7%, se o terceiro alvo do pivô for alcançado.

A bolsa de Shanghai fez um forte movimento de alta na quarta-feira, quando voltou a operar após o feriado, dando a entender que poderia continuar subindo para voltar a testar o topo. Contudo, na quinta e sexta-feira o ativo recuou, e hoje vem caindo com força, já tendo inclusive testado o fundo deixado na quarta-feira da semana passada.

Conforme mostrado no gráfico, o último fundo foi deixado sobre a retração de 38,2% do grande movimento de alta realizado em agosto e início de setembro. Porém o topo deixado na quinta-feira, está sobre a retração de 61,8% do movimento de alta realizado na semana passada.

Desta forma, a expectativa é que o ativo caia mais um pouco e comece a trabalhar dentro das retrações do movimento maior, onde poderá ficar consolidado, visto que também é onde se encontra a média móvel de 200 períodos.

A bolsa de Shenzhen também vem caindo com força hoje e já acionou um pivô de pré-rompimento do canal de alta no qual o ativo vinha trabalhando. O alvo de 100% do pivô é próximo a região da média móvel de 200 períodos, de modo que provavelmente os vendedores levarão a bolsa até lá.

A bolsa do Japão, apesar de estar caindo hoje, não indica de imediato que irá cair com mais força nos próximos dias, pois continua trabalhando acima das médias móveis de 20 e 200 períodos. Porém o ativo vem mostrando dificuldade para romper a retração de 61,8% do movimento de baixa realizado na semana passada, mostrando assim que a força compradora pode estar acabando e que uma correção maior pode estar por vir.

Bolsas asiáticas trabalhando em terreno positivo.

Na China, a bolsa de Shanghay segue em tendência de alta no gráfico diário. Ainda assim, nos últimos dias a principal bolsa chinesa vinha caindo, fazendo a regressão na retração de 38,2% do forte movimento de alta realizado em agosto. Hoje, no entanto, o ativo abriu com um grande gap de alta e mesmo fazendo um pequeno movimento de baixa, segue trabalhando em terreno positivo.

A situação é similar com a outra bolsa chinesa. A bolsa de Shenzhen, que vem trabalhando desde março deste ano dentro de um canal de alta, chegou a tocar o fundo do canal ontem, porém hoje abriu com gap de alta e apesar de ceder um pouco, segue em terreno positivo.

A bolsa de Tóquio, nos últimos meses, fez um longo movimento de correção até a média móvel de 200 períodos, seguindo por um canal de baixa. Em seguida, com um movimento explosivo de alta, alcançou novamente o topo histórico.

No início desta semana, a bolsa japonesa vinha fazendo um movimento de correção até a retração de 38,2% do forte movimento de alta, mas, com o bom humor dos mercados desta quinta-feira, o ativo nem chegou a tocar no suporte e segue subindo forte em direção ao topo.

Na Austrália, o bom humor dos mercados contribuiu para a continuidade da tendência de alta. A bolsa australiana vem seguindo por um canal de alta desde novembro do ano passado. Entretanto, segunda-feira, com o movimento de baixa generalizada ocorrido com os mercados ao redor do mundo, o ativo perdeu o canal e caiu praticamente até a média móvel de 200 períodos.

Após o susto, no entanto, a bolsa australiana voltou a subir e, com o movimento de alta de hoje, voltou a trabalhar dentro do canal de alta.

Até mesmo a bolsa de Hong Kong, que vinha trabalhando em terreno negativo e perdeu um suporte importante na segunda-feira, conseguiu se recuperar ontem, e hoje abriu com um grande gap de alta.

Observado o cenário positivo para as bolsas asiátivas e considerando que as bolsas euroéias e americanas também operam em alta, é esperado que hoje seja mais um dia de recuperação para o mercado brasileiro.

Ações da China sobem com ganhos de energia e transporte

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, teve variação positiva de 0,05%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,32%.

O subíndice de energia e o subíndice de transporte fecharam em alta de 2,0% e 2,8%, respectivamente.

O Senado dos Estados Unidos votou por 86 a 11 na segunda-feira para abrir o debate sobre uma medida que destinaria mais de 110 bilhões de dólares para pesquisa de tecnologia básica e avançada durante cinco anos em face da crescente pressão competitiva da China.

. Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 2,09%, a 28.406 pontos.

. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 1,42%, a 28.593 pontos.

. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,32%, a 3.529 pontos.

. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 0,05%, a 5.187 pontos.

. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 1,23%, a 3.173 pontos.

. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 5,16%, a 16.145 pontos.

. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 2,04%, a 3.142 pontos.

. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,60%, a 7.066 pontos.

(Por Luoyan Liu e Andrew Galbraith)