Wall St sobe com dados econômicos positivos e atualização sobre Ômicron

Por Shreyashi Sanyal e Anisha Sircar

(Reuters) – O S&P 500 e o Nasdaq subiam nesta quarta-feira com um impulso das ações da Tesla, enquanto dados econômicos melhores do que o esperado ampliavam os sinais de que o impacto da variante Ômicron do coronavírus na recuperação econômica pode ser limitado. A confiança do consumidor dos Estados Unidos melhorou mais do que o esperado em dezembro, sugerindo que a economia continuará a se expandir em 2022, apesar do ressurgimento das infecções por Covid-19 e da redução do estímulo fiscal. A leitura final dos dados do Produto Interno Bruto mostrou que o crescimento econômico desacelerou com força no terceiro trimestre devido ao aumento nas infecções por Covido-19, mas desde então a atividade acelerou, colocando a economia no caminho de registrar este ano o melhor desempenho desde 1984.

Um estudo sul-africano sugeriu que pessoas infectadas com Ômicron tinham muito menos probabilidade de precisarem ir a hospitais do que aquelas com Delta, diminuindo as preocupações sobre a gravidade da nova cepa que forçou países em todo o mundo a impor novas restrições.

Às 14:34 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,58%, a 35.697,88 pontos, enquanto o S&P 500 ganhava 0,73%, a 4.683,04 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq Composite avançava 0,84%, a 15.470,58 pontos.

Nvidia (NVDC34): boa opção para quem quer apostar no metaverso

A Nvidia (NVDC34) é uma fabricante de peças de computador popularmente conhecida pelas suas placas de vídeo GeForce.

Fundada em 1993, na Califórnia, EUA, a empresa teve recentemente uma ascensão meteórica na bolsa e já se encontra negociada com valor de mercado rondando os US$ 700 bilhões.

Esse crescimento se deve, em parte, pelas expectativas dos agentes sobre as potencialidades em torno do metaverso.

O metaverso é um ambiente virtual, cujo objetivo é construir uma experiência digital onde várias pessoas possam interagir em um ambiente 3D.

Várias marcas e empresas já estão procurando criar ambientes envolventes onde as pessoas possam trabalhar e se divertir. 

Este é o caso do Roblox, Journee, Facebook, que atualmente mudou seu nome para Meta, em referência ao projeto de metaverso da companhia, além da própria Nvidia.

Uma das maneiras pelas quais as empresas estão planejando usar o metaverso é para contratação e gestão de pessoas. 

Omniverse Avatar

A Nvidia anunciou no dia 09 de novembro o lançamento da sua plataforma tecnológica para criação de avatares interativos baseados em inteligência artificial, chamado de “Omniverse Avatar”.

Essa tecnologia pretende entregar um ambiente totalmente virtual no qual as pessoas podem criar personagens altamente detalhados, com gráficos 3D e Ray Tracing. com os quais poderão interagir com os avatares de outras pessoas de várias formas distintas.

Diante disso, vários analistas têm recomendado o investimento em ações da Nvidia para quem pretende se expor às oportunidades que deverão ser abertas com o avanço do metaverso. 

Vale destacar que a companhia também se encontra bem posicionada para explorar os mercados de games e criptoativos.

No Brasil, é possível investir na Nvidia a partir do seu BDR (Brazilian Depositary Receipt), que é negociado com o ticker NVDC34.

Estimativas de mercado para Nvidia

O momento da Nvidia é bastante positivo quando observamos as opiniões dos analistas.

De acordo com as estimativas do consenso de mercado levantadas pela Bloomberg, o preço justo dos BDR’s estão na média de R$40,00, o que indica um potencial de ganho de cerca de 20% em relação ao preço atual (do dia 20/12).

Ainda conforme o consenso da Bloomberg, a companhia deverá faturar US$27 bilhões em 2022. Esse valor é um aumento de 62% sobre a receita esperada para 2021 e 168% em relação a 2019.

Essas estimativas podem, inclusive, melhorar bastante caso a companhia mostre resultados ainda mais promissores em seus lançamentos e inovações.

Tese de investimento para Nvidia

Os analistas do BTG Pactual acreditam que os próximos anos serão transformacionais na indústria de tecnologia, em especial para aquelas que trabalham com realidade virtual e realidade aumentada.

Entre todos os BDRs que a equipe de analistas do BTG tem acompanhado, o da Nvidia é o que está mais bem posicionado para este novo mundo.

Para o banco de investimentos, o Omniverse da Nvidia terá várias aplicações possíveis para o entretenimento, indústria e mercado de trabalho.

“Com ele, é possível replicar espaços físicos em alta resolução e compartilhar projetos, ideias, fazer simulações industriais, protótipos, e até criar avatares: versões digitais de pessoas em modelos pré-treinados por softwares de inteligência artificial, e que conseguem realizar conversas autônomas”, afirmou o BTG em nota.

Compra da Arm

Outro fator que contribuiu para a forte valorização das ações da Nvidia foi a expectativa de aquisição da fornecedora britânica de tecnologia de chips Arm Holdings, pelo valor de 80 bilhões de dólares.

Porém, isso provavelmente não irá acontecer. No início do mês (02/12), a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC) entrou com uma ação para bloquear o negócio, que enfrenta um escrutínio regulatório global. 

Desde então as BDRs da Nvidia caíram cerca de 20%, visto que este era um dos vetores de crescimento de suma importância. 

O acordo daria à Nvidia o controle sobre a tecnologia de computação e os designs dos quais os concorrentes dependem para desenvolver seus chips.

Entretanto, analistas acreditam que a falha na compra da Arm não atrapalha as perspectivas positivas para a Nvidia, pois o dinheiro economizado na aquisição pode ser usado para investimento direto.

“Ter a Arm seria muito bom, mas se eles não conseguirem, eles economizarão o preço de compra. Acreditamos que a empresa ficará bem de qualquer maneira”, disse Stacy Rasgon, analista da Bernstein.

“Mesmo que a Nvidia não conclua sua aquisição da Arm, a demanda por Inteligência Artificial continua a acelerar”, disse Ivan Feinseth, da Tigress Financial Partners.

Disseminação da Ômicron provoca temores de restrições mais duras e Wall St cai

Por Shreyashi Sanyal e Anisha Sircar

(Reuters) – Os principais índices de Wall Street caíam mais de 1% nesta segunda-feira, pressionados por preocupações com o impacto de restrições mais rígidas contra a Covid-19 na economia global e um revés potencialmente devastador para um plano trilionário de investimentos do presidente norte-americano Joe Biden.

O aumento das infecções globais pela nova variante gerava preocupações nos mercados financeiros, uma vez que vários países europeus e o Reino Unido avaliam a possibilidade de restrições durante o Natal.

As ações de viagem sofriam as maiores quedas, com o índice S&P 1500 de empresas áreas em baixa de 2,0%. O Royal Caribbean Group perdia 1,8%, depois de dizer que 48 pessoas em seu navio de cruzeiro Symphony of the Seas testaram positivo para a Covid-19.

“Tipicamente, o que acontece na Europa é como uma prévia do que vemos nos Estados Unidos”, disse Chris Zaccarelli, chefe de investimento da Independent Advisor Alliance.

Todos os 11 principais setores do S&P 500 caíam neste pregão, com o de energia em forte queda de 3,0%, em meio ainda ao tombo do petróleo.

Tecnologia, serviços de comunicação e consumo discricionário, setores que reúnem a maioria das ações de empresas de crescimento com megacapitalização de mercado, estendiam as perdas da sessão anterior.

Afetando ainda mais o sentimento, o senador norte-americano Joe Manchin disse no domingo que não dará suporte ao projeto de 1,75 trilhão de dólares de investimento doméstico do presidente norte-americano, Joe Biden.

Às 12:23 (de Brasília), o índice Dow Jones caía 1,67%, a 34.775,41 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 1,55%, a 4.548,79 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq Composite recuava 1,49%, a 14.943,07 pontos.

Wall St cai com preocupações sobre Ômicron; mercado aguarda reunião do Fed

Por Shreyashi Sanyal e Bansari Mayur Kamdar

(Reuters) – As ações dos Estados Unidos caíam nesta segunda-feira devido a preocupações persistentes sobre a variante Ômicron e antes da reunião do banco central norte-americano desta semana, enquanto a Apple ampliava os ganhos, aproximando-se da marca de 3 trilhões de dólares em valor de mercado e mantendo as quedas do Nasdaq sob controle.

Sete dos 11 principais setores do índice S&P 500 caíam na sessão, com ganhos apenas nos setores defensivos, incluindo os de bens de consumo básicos, serviços públicos e imobiliário.

Ações relacionadas a viagens também caíam após a notícia de que pelo menos um paciente morreu no Reino Unido depois de contrair a variante Ômicron do coronavírus.

Papéis da Carnival Corp recuavam quase 6%, liderando as quedas entre as operadoras de cruzeiros, enquanto o índice de linhas aéreas S&P 1500 perdia 3,4%.

As ações da Apple subiram 0,8% depois que o JP Morgan elevou sua meta de preço das ações da empresa para o valor mais alto de Wall Street. A companhia caminha para se tornar a primeira do mundo a atingir 3 trilhões de dólares em valor de mercado.

Às 12:52 (horário de Brasília), o índice Dow Jones caía 0,8%, a 35.683 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 0,594437%, a 4.684 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuava 0,69%, a 15.522 pontos.

A decisão de política monetária do Federal Reserve continua sendo um evento importante para os mercados, com grandes apostas de que o banco central dos EUA irá sugerir uma redução mais rápida da compra de ativos e um início mais precoce do aumento dos juros.

(Por Shreyashi Sanyal e Bansari Mayur Kamdar)

Bolsas sobem no mundo todo com sensação de risco sistêmico menor

Nesta terça-feira (07/12), as principais bolsas de valores dos quatro cantos do globo subiram fortemente, com os investidores precificando a visão de que a variante ômicron da COVID-19 não causará grandes danos econômicos.

Soma-se a isso, as perspectivas positivas vindas da China, com o governo se comprometendo a fornecer estímulos pontuais para fortalecer a recuperação econômica do gigante asiático. 

Até às 16h05 desta tarde, o S&P 500 subia 2,09%, aos 4.686,43 pontos. O Dow Jones somou 1,43% e a Nasdaq 3,13%. 

Na Europa, o CAC francês disparou 2,91% e o DAX 2,83%.

Aqui no Brasil, o Ibovespa seguia a alta de ontem e avançava 0,79%, superando os 107.700 pontos.

Impacto reduzido da Ômicron

Os investidores já se decidiram sobre a ômicron e acreditam que outro grande choque econômico será evitado, disse Fawad Razaqzada, analista de mercado da Think Markets.

“Após uma consideração cuidadosa, eles acham que provavelmente não é mais perigoso do que a variante Delta do coronavírus e que os bloqueios e restrições preventivos que vimos irão diminuir em breve”, disse Razaqzada em uma nota.

Nas últimas notícias sobre o coronavírus, as agências de saúde da União Européia recomendaram que as vacinas COVID-19 fossem misturadas e combinadas tanto para injeções iniciais quanto para doses de reforço, enquanto a região enfrenta casos crescentes antes do Natal.

A evolução da ômicron foi positiva para os preços do petróleo, que subiram cerca de US$ 3 na esperança de que a nova variante se mostre menos prejudicial e com a perspectiva de um aumento iminente na demanda da commodity energética. 

Agora à tarde, o Brent subia 3,38%, cotado a US$ 75,55 o barril, e o WTI 3,83%, cotado a US$ 72,16 o barril.

Atenção se volta para o Fed

As expectativas de que o Federal Reserve (Fed) acelerará a redução de seu programa de compra de títulos na próxima semana, em resposta a um aperto no mercado de trabalho, incentivou a corrida dos investidores globais para o dólar.

O Dollar Index, índice que avalia o dólar dos Estados Unidos em comparação com uma cesta com as principais moedas do mundo, subia 0,15%, mantendo-se acima dos 96 mil pontos.

As expectativas com a possível decisão do Fed de apertar sua política monetária também apareceram nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA de 10 anos, que aumentaram 1,4 pontos base, para 1,448%.

No geral, os agentes de mercado acreditam que o Fed fará mais do que foi estabelecido no seu plano inicial, e intensificará o combate à inflação.

Estímulos na China

Os ânimos dos mercados também melhoraram depois que o banco central da China injetou sua segunda rodada de estímulos desde julho, cortando a quantidade de dinheiro que os bancos devem manter em reserva.

No entanto, a incerteza sobre o setor imobiliário se mantém, à medida que Evergrande oscilava à beira do default novamente. 

Mas os dados que mostram um crescimento mais forte das importações foram “um sinal positivo sobre a força da demanda doméstica”, disse o analista do RBC, Adam Cole.

Futuros do Nasdaq saltam com rali de recuperação no setor de tecnologia

(Reuters) – Os futuros do índice Nasdaq 100 saltavam nesta terça-feira, com as ações de tecnologia se recuperando na esteira do alívio nas preocupações com a variante Ômicron, enquanto os papéis da gigante do setor de chips Intel subiam após planos da empresa de abrir o capital de sua unidade de carros autônomos.

Algumas ações de alta tecnologia caíram nos últimos dias, com investidores considerando um aperto agressivo da política monetária nos EUA, apesar de preocupações com a pandemia.

Tesla Inc subia 3,3% nas negociações de pré-mercado, depois de entrar em “bear market” (mercado em baixa) durante o pregão de segunda-feira –ou seja, chegou a acumular queda de mais de 20% em relação ao seu recorde de fechamento de 4 de novembro.

Intel Corp saltava 8,1%, após revelar planos de abrir o capital do Mobileye nos Estados Unidos em meados de 2022, negócio que pode avaliar a unidade israelense em mais de 50 bilhões de dólares, de acordo com uma fonte.

Às 8:44 (horário de Brasília), o futuro do Dow Jones subia 1,03%, a 35.573,00 pontos, enquanto o contrato futuro do S&P 500 ganhava 1,33%, a 4.651,25 pontos. O futuro do Nasdaq 100 avançava 1,82%, a 16.131,00 pontos.

(Por Sruthi Shankar)

Dólar sobe com dados positivos do varejo nos EUA e PIB em queda no Brasil

Até às 16h40 desta terça-feira, próximo ao fechamento do mercado brasileiro, o dólar seguia subindo 0,70%, cotado a R$5,49.

Enquanto isso, no mesmo horário, o Ibovespa caía fortemente em 1,51%, aos 104.726 pontos. 

O resultado foi na contramão dos índices norte-americanos. O S&P 500 subia 0,58%, o Nasdaq avançava 0,75%, e o Dow Jones variava positivamente 0,42%.

Na agenda econômica estava o recuo da atividade econômica brasileira no mês de setembro e o crescimento do comércio dos EUA.

IBC-BR 

O Banco Central divulgou hoje pela manhã o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), que registrou queda de 0,27% em setembro em relação a agosto, indicando retração de 0,14% no 3º trimestre.

O resultado veio ligeiramente melhor que as estimativas do mercado, que previam uma queda de 0,30%.

O dado é considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), mensurado pelo IBGE.

Nesta terça também foi divulgado o Relatório Focus, que normalmente aparece nas segundas-feiras. Mas devido ao feriado de ontem, a pesquisa foi publicada hoje.

Conforme mostrou o Focus, o mercado financeiro elevou novamente a estimativa de inflação e piorou a projeção para o PIB de 2022.

Para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a expectativa do mercado para este ano subiu de 9,33% para 9,77%. Para 2022, a estimativa de inflação subiu de 4,63% para 4,79%.

O mercado manteve em 9,25% ao ano a previsão para a Selic no fim de 2021 e em 11% ao ano para o fim de 2022. 

Para o PIB, a previsão de crescimento deste ano passou de 4,93% para 4,88%. Para 2022, a estimativa de alta foi reduzida de 1% para 0,93%.

Por fim, as projeções para a taxa de câmbio permaneceram em R$ 5,50, tanto para o fim de 2021 quanto 2022.

Vendas crescem nos EUA

Enquanto por aqui o pessimismo com a economia continua imperante, nos EUA o tom é de otimismo.

Isso porque os dados das vendas do varejo mostraram a resiliência do consumidor diante do aumento da inflação.

Conforme dados do Departamento de Comércio, a atividade de vendas no varejo em outubro superou as expectativas dos economistas.

As vendas cresceram 1,7% em outubro ante setembro, para US$ 638,2 bilhões. O resultado veio acima da previsão dos analistas consultados pelo Wall Street Journal, que esperavam um avanço de 1,5% no período.

Os dados sólidos e a previsão otimizada sugerem que os americanos até agora não estão desanimados de gastar com o aumento dos preços.

Além disso, também sugere que o Federal Reserve pode estar menos preocupado em atrapalhar a recuperação com aumentos mais rápidos das taxas de juros.

Apple e Amazon derrubam S&P 500 e Nasdaq de picos históricos

Por Devik Jain e Shashank Nayar

Participantes do mercado têm observado de perto como as empresas norte-americanas estão enfrentando seus desafios em meio a preocupações com o salto da inflação, depois que relatórios corporativos bastante otimistas até agora ajudaram investidores a olhar além de um lote misto de dados macroeconômicos.

Apple recuava 3,7%, depois que a fabricante do iPhone alertou que o impacto das interrupções na cadeia de abastecimento será ainda pior durante o atual trimestre de vendas, que engloba o período de festas de fim de ano.

Amazon.com também perdia 3,7%, após divulgar previsão desanimadora de vendas para o trimestre de compras de fim de ano em meio à escassez de mão de obra.

Dados desta sexta-feira mostraram que os gastos do consumidor dos EUA avançaram solidamente em setembro, mas foram parcialmente limitados pelos preços mais altos, uma vez que a inflação continua aquecida.

O relatório veio antes da reunião de política monetária do Federal Reserve na semana que vem, ao fim da qual se espera que o banco central anuncie o início da redução gradual de suas compras mensais de títulos.

Caterpillar subia 1,2%, fornecendo o maior impulso para o Dow Jones, depois de corretoras aumentarem o preço-alvo para as ações da fabricante de equipamentos de construção e mineração.

Às 11:47 (horário de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,06%, a 35.751 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 0,384212%, a 4.579 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuava 0,43%, a 15.381 pontos.

(Por Devik Jain)

Balanços sólidos elevam ânimo em Wall Street antes de resultados de Apple e Amazon

Por Devik Jain e Shashank Nayar

A Ford disparava 11,2%, depois de superar as estimativas de lucro no terceiro trimestre e aumentar sua previsão para o resultado do ano cheio.

Já a Caterpillar avançava 2,9%, após registrar lucro trimestral com os altos preços das commodities. Uma superação das estimativas trimestrais e melhora nas projeções da farmacêutica Merck & Co, enquanto isso, elevavam suas ações em 4,0%.

Dez dos 11 principais setores do S&P avançavam nesta manhã, com os papéis de tecnologia e o setor imobiliário ficando entre os principais ganhadores.

O relatório do Departamento de Comércio dos EUA mostrou que a economia norte-americana cresceu a taxa anualizada de 2% no último trimestre, quando as infecções por Covid-19 dispararam, afetando as cadeias de abastecimento globais e alimentando a escassez de mão de obra e bens.

As condições do mercado de trabalho, por outro lado, continuam melhorando, com o número de norte-americanos entrando com novos pedidos de auxílio-desemprego caindo para uma nova mínima em 19 meses na semana passada.

Relatórios corporativos estelares impulsionaram os índices S&P 500 e Dow Jones para máximas recordes nesta semana. O Nasdaq, pesado em tecnologia, renovou sua máxima recorde nesta quinta-feira.

O foco também estará nos balanços da Apple e da gigante de e-commerce Amazon.com, que serão divulgados após o fechamento do mercado nesta quinta-feira, encerrando uma temporada de resultados bastante positiva para ações de tecnologia de mega capitalização.

Às 11:47 (horário de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,58%, a 35.697 pontos, enquanto o S&P 500 ganhava 0,75%, a 4.586 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançava 0,91%, a 15.374 pontos.

(Por Devik Jain)

Nasdaq abre em queda após alerta da Intel; Dow e S&P tocam máximas recordes

Às 10:45 (horário de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,37%, a 35.736 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 0,169679%, a 4.542 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuava 0,38%, a 15.158 pontos.

Os índices Dow Jones e S&P 500 tocaram máximas recordes intradiárias pouco depois da abertura.

(Por Devik Jain)