Dogecoin e Shiba Inu seguindo na mesma direção?

O Dogecoin foi criado em dezembro de 2013 como uma moeda “meme”, ou seja, uma espécie de brincadeira. Talvez por isso tenha ficado praticamente sete anos sem chamar a atenção. Neste ano, no entanto, ocorreram dois forte movimentos de alta que certamente despertaram a curiosidade sobre a crypto. Em fevereiro, Dogecoin fez um rali acumulando uma valorização de 1.068% em apenas duas semanas. Em abril foram mais 972% de alta, quando então a crypto fez topo e começou a cair.

É possível que toda essa movimentação em Dogecoin tenha chamado tanta atenção que outros desenvolvedores decidiram entrar na brincadeira. Em maio de 2021 foi lançada outra criptomoeda “meme” muito parecida com Dogecoin. Até o mesmo meme foi usado como referência, e que também deu origem ao nome da crypto, que é a Shiba Inu.

Shiba Inu perdeu praticamente 80% de valor logo no seu lançamento, em maio, e depois de cair ficou quatro meses andando de lado. Em outubro, o cenário foi diferente, pois a crypto iniciou um forte movimento de alta, alcançando uma valorização de 979%. Mas, de forma similar à Dogecoin, após fazer topo vem caindo continuamente.

O movimento destas cryptos foi tão parecido, que fica difícil distinguir os gráficos.

O primeiro é o gráfico diário de Shiba Inu, enquanto o segundo é o gráfico semanal de Dogecoin.

Dogecoin.

Não há como prever o futuro, ainda mais quando se trata do mercado financeiro, pois o mercado é soberano. Mas, Dogecoin não parece que irá fazer outro movimento de alta como aqueles que fez no início do ano.

Apesar de ter uma grande comunidade que apoia a moeda, seus fundamentos são “fracos”, conforme explicado no artigo “Dogecoin, ou está crescendo ou morrendo”. Além disso, os fundadores da crypto não trabalham mais para o desenvolvimento da mesma. Dessa forma, não deve ocorrer nenhuma mudança no projeto da Dogecoin.

Com a queda do Bitcoin no sábado, Dogecoin chegou a cair mais de 37%, embora tenha se recuperado na sequência. Ainda assim, a crypto já acumula uma perda de aproximadamente 76% desde o topo ao preço atual.

Observando o gráfico semanal, é notado que o ativo está se segurando em uma região de suporte. Caso esse suporte seja perdido, um novo movimento de baixa pode acontecer, levando o preço até a linha branca.

Shiba Inu.

O cenário para Shiba Inu não é muito diferente. Apesar de o projeto da crypto ter fundamentos melhores do que o da Dogecoin, o ativo vem mostrando dificuldade para cessar o movimento de queda.

No sábado, Shiba Inu também fez um forte movimento de baixa, chegando a cair cerda de 28%, mas conseguiu se recuperar e fechou sobre o suporte. Ainda assim, do topo ao preço atual, a crypto já acumula uma perda de 58%.

Assim como Dogecoin, Shiba Inu continua trabalhando sobre um suporte, que se for perdido, pode levar o ativo a um novo movimento de baixa.

Se Shiba Inu seguir os passos de Dogecoin, é possível que continue caindo por bastante tempo ainda.

Shiba Inu ignora sinais de baixa e faz um forte movimento de alta!

O mercado de cryptos vai na contramão dos demais mercados hoje. Em um dia de forte queda para a maioria das bolsas de valores ao redor do mundo, as principais criptomoedas seguem trabalhando em alta.

Até mesmo a Shiba Inu, que vinha mostrando sinais de que continuaria caindo, conseguiu subir com força pela manhã. Com a movimentação de alta, a crypto rompeu o canal no qual vinha trabalhando e conseguiu, inclusive, superar a média móvel de 20 períodos.

Contudo, apesar de subir bastante de manhã, o ativo vem recuando e indica que fechará abaixo da retração de 38,2%. Esta já é a segunda vez que a crypto bate nesta retração e volta, mostrando que a resistência está segurando o preço.

Até o momento, o ativo está conseguindo se manter acima da média de 20. Mas se a pressão vendedora continuar, provavelmente voltará para dentro do canal no qual vinha trabalhando.

Na realidade, o cenário apresentado pela Shiba Ino não se mostra muito interessante. Desde que começou a trabalhar em um canal de baixa e perdeu a retração de 61,8%, a crypto vinha dando sinais de que iria buscar o fundo. Agora, no meio do caminho, resolve fazer um movimento de alta.

É sabido que no mercado financeiro tudo é possível, mas este movimento não parece muito coerente. Talvez por isso que Shiba vem recuando e mostrando que vai fechar abaixo da resistência.

Gráfico de 4 horas.

No tempo gráfico mais curto o cenário não é diferente. Apesar de ter feito um belo movimento de alta, o ativo bateu em uma forte resistência e passou a recuar. A média móvel de 200 períodos segurou a alta e empurrou o ativo para baixo.

Porém, com a média de 8 apontando para cima, a crypto recuou até ela e começou a subir novamente. Agora, se encontra em zona de armadilha, onde a média de 200 se comporta como resistência e já está apontando para baixo, enquanto as médias de 8 de 20 vão servir de suporte, jogando o preço para cima. Este comportamento foi explicado no artigo “Uso das médias móveis no Price Action“.

Sem dúvida, o cenário não é adequado para entrar em uma operação. Para quem busca comprar a crypto, o ideal seria esperar o rompimento da média de 200, e no caso de um pullback, comprar quando um pivô de alta fosse acionado.

No entanto, ainda assim Shiba Inu encontraria bastante dificuldade para subir. As retrações, que antes serviram como suporte, agora iriam se comportar como resistências. Isso, dificultaria uma forte movimentação de alta para a crypto.

Além disso, caso o mau humor dos demais mercados continue, possivelmente afetará o mercado de cryptos também. Isso poderia fazer Shiba Inu voltar a trabalhar na tendência de baixa.

Shiba Inu volta a crescer

Recuperação de gente grande

Cada vez mais, a Shiba Inu (SHIB) mostra que pode ser uma das poucas memecoins a ter chances de f se tornar um ativo sólido e de sucesso.

Após sua ascensão meteórica na reta final de outubro que a colocou no top 10 de market cap, acabou sofrendo com baixas duras para um cripto ainda em estabelecimento, mas uma a recompensa para o jovem projeto e sua Shib Army (nome dado aos investidores mais fiéis e ativos da SHIB) veio logo em seguida.

O anúncio feito via twitter da Kraken Exchange, plataforma que conta com mais de 10 anos de experiência em atuação como bolsa de criptomoedas, anunciou nessa terça-feira (30) que a SHIB seria adcionada à sua lista de opções de investimentos.

A novidade, somada da recuperação coletiva dos principais criptoativos disponíveis – como o Bitcoin (BTC) e o Ether (ETH) – propiciou alta de 30% em dois dias para a Shiba Inu, saindo dos US$ 0.00003560 registrados no domingo (28) para bater US$ 0.00005155 no fim da manhã da terça.

Além de ser crucial para retomar um caminho de valorização, a adesão do ativo na Kraken pode ser mais uma ferramenta importante para aumentar ainda mais o número de integrantes da Shib Army, que segue sendo a principal arma do cripto. A plataforma Google Trends, aliás, já apontou novos picos de pesquisas para termos como “Shiba Inu”, “Shiba Token” e “SHIB”.

Ponto de virada pode estar mais próximo do que se imagina

Em suma, trata-se de uma nova prova de força dada tanto pelo projeto em si, quanto pelos mais ativos investidores, que dedicam parte do seu tempo para divulgar e proteger a Shiba Inu na internet.

Eles já foram o combustível para a alta histórica vivida nos últimos meses e conseguiram se unir em movimentos de compra e venda para proteger SHIB das quedas agressivas vividas pelo mercado de criptos recentemente.

Como resultado, golpes que seriam duros para moedas mais maduras – e fatais para outras memecoins – foram suportados, indicando potencial de segurança e regularidade no projeto como um todo mesmo à longo prazo.

O rápido amadurecimento, como consequência, abre portas para que outros grupos e plataformas recebam SHIB de braços abertos, propiciando valorização prática de preço por meio da sua validação como ativo viável para negociação.

Em pouco tempo, a Shiba Inu já passou por testes que muitos outros ativos entregam os pontos e revelam suas falhas. Valendo ainda frações de centavos mesmo com market cap de respeito, tendo ainda uma base de apoio elétrica, jovem, mas cada vez mais experiente para se apoiar, o ativo vai – surpreendentemente – preenchendo os primeiros requisitos para estourar em breve.

Shiba Ino sobe com força, mas bate na resistência e volta!

Em dia de ação de graças, o mercado de criptomoedas faz festa.

Nos últimos dias tanto o Bitcoin quanto o Ethereum estavam trabalhando em baixa, realizando um movimento de correção após romperem o topo histórico. Muitas das demais cryptos também vinham trabalhando em baixa, seguindo a direção do mercado como um todo. (As bolsas Norte-Americanas e da Europa também fizeram movimentos de baixa nos últimos dias).

Hoje, no entanto, as principais cryptos sobem com força, levando os outros ativos do setor no embalo.

Um dos destaques ficou para Shiba Inu, que já vem trabalhando em um canal de baixa desde o dia 6 de novembro e hoje (25/11) sobe mais de 15%. Conforme já havia sido explicado no artigo “Shiba Ino perde o suporte e mira o fundo!” a expectativa para o ativo é de continuidade da queda. Hoje, a crypto até tentou mostrar força compradora, mas o gráfico de 4 horas não apoia o movimento de alta.

Conforme pode ser observado, Shiba Inu já vem trabalhando dentro de um canal de baixa a vários dias. A crypto fez uma forte movimentação de alta quando tentou superar a média de 200 períodos, mas recuou na sequência. Na ocasião, a média de 200 chegou a ser superada, mas o ativo se segurou na resistência imposta pelo canal.

Hoje, a movimentação de alta parece seguir o mesmo padrão. O preço chegou a superar o canal, mas recuou na sequência, mostrando respeito pela resistência.

Gráfico horário.

Usando um tempo gráfico ainda mais curto, o de 1 hora, é notado que o ativo chegou a fazer um pivô de alta e foi cumprir o seu alvo de 100%. Porém, assim que o alvo foi alcançado, a pressão vendedora aumentou, fazendo a crypto recuar.

É interessante observar que no gráfico horário a média de 200 já aponta para baixo e vem guiando o preço. Deste modo, a expectativa é que a região de resistências continue segurando o preço. O que faria a crypto dar continuidade ao movimento de baixa nos próximos dias.

Conforme já foi explicado no artigo “Retrações e projeções de Fibonacci” após perder a retração de 61,8%, a expectativa é que o ativo retorne ao início do movimento. Deste modo, o gráfico diário mostra que ainda existe bastante espaço para a queda.

A menos que as demais criptomoedas comecem a subir com força e puxem a Shiba Ino com elas, o mais provável é que o movimento de baixa persista até a região de fundo.

Shiba Inu acusa golpe, mas segue de pé

Ascensão e maturidade

Principalmente entre outubro e o começo de novembro, o mercado de criptomoedas testemunhou, em meio ao crescimento coletivo, a memecoin Shiba Inu (SHIB) se transformar em uma das mais gratas surpresas de 2021 após sua disparada de 44.000% no começo do mês 11.

E mesmo com a origem que exala displicência, tanto a Shib Army – nome dado ao seu fiel e enérgico grupo de apoiadores – quanto os responsáveis pelo ainda jovem projeto tomaram posicionamentos maduros frente aos primeiros momentos de pressão real oferecidos pelo mercado.

Isso porque logo no início de novembro a army encarou duas situações de risco em um curto espaço de tempo: uma queda brusca (comum no caso de memecoins em movimentos de venda que para outros ativos seriam simples) no dia 3, além do dispertar da “baleia adormecida”, com US$ 5,7 bilhões em SHIB, que fez suas primeiras movimentações em meses e ameaçou derrubar ainda mais os preços no caso de venda em grande escala.

No total, em seu primeiro momento sob os holofotes do mundo dos criptos, a queda instantânea foi de quase 11%. Mas mesmo com tudo isso, a Shib Army se mobilizou internet à fora para comprar na baixa e segurar as moedas virtuais a todo o custo, enquanto a equipe por trás da SHIB foi apresentando avanços modestos, mas constantes em aspectos de segurança e desempenho da rede.

Novo momento obriga SHIB a manter os pés no chão

Como resultado, a Shiba Inu caiu junto de todo o mercado, mas superou expectativas de suas similares ao passar “viva” por sua primeira grande prova. Mas se engana quem pensa que a Shiba Inu teria momentos de calmaria antes de entrar no segundo round de sua luta pela estabilização.

Apesar de seguir com desempenho mais seguro do que a enorme maioria das memecoins de origem, a moeda agora acumula 60% de baixa de seu ATH obtido no dia 28 de outubro. O principal motivo apontado para o momento difícil passa diretamente pelo receio/perda de interesse por parte dos novos investidores que descobriram o ativo no momento de alta.

De acordo com a plataforma Google Trends, as buscas pelo termo “Shiba Inu” e similares caiu dos 100% (máximo de buscas já feitas ocorrida no entre os dias 27 e 30 de outubro) para cerca de 20% de interesse justamente nesse momento de baixa.

Para piorar, o perfil oficial da Shiba Inu se pronunciou, via twitter, sobre um drástico aumento da ocorrência de golpes envolvendo a moeda. Inúmeras páginas fake e grupos de investimentos com segundas intenções se multiplicaram nas últimas semanas e chamaram a atenção de investidores ao usarem a SHIB como bandeira principal.

De promessas de pump and dump à simplesmente roubo de dados, o problema foi tão grande que o projeto em torno da Shiba Token prestou diversas explicações e instruções aos interessados em conhecer melhor o trabalho envolvido, mas até o momento sem muito mais sucesso na captação da confiança popular.

Restou o “teimoso” núcleo que nunca abandonou a Shiba Inu e, bem ou mal, podem ser os principais responsáveis pelo novo patamar que atingiu mesmo em meio ao momento ruim. A Shib Army segue firme na defesa e na propaganda do ativo que acreditam ter o potencial de mudar financeiramente a vida de muitas pessoas.

Fato é que, mesmo com o tom decepcionante atual, o desepenho da criptomoeda segue extremamente positivo no recorte anual, com o projeto aguentando ainda duras pancadas que seriam capazes de demolirem bases que não estivessem firmes. Resta saber agora se Shiba e sua armada terão fôlego para voltarem ao palco principal em novos momentos de alta do mercado de criptos.

Shiba Ino perde o suporte e mira o fundo!

O preço desconta tudo!

Esse é um dos principais conceitos abordados pela análise técnica.

Mas o que isso quer dizer? Varias coisas, mas uma delas é que existe uma razão por trás de todos os movimentos dos preços. Deste modo, sempre que um ativo se comporta de forma incoerente aos seus fundamentos, o preço tende a corrigir e se adequar. De forma similar ao que diz o ditado “saco vazio não para em pé”, um ativo sem bons fundamentos não consegue se manter no topo.

Este pode ser o caso de Shiba Ino!

A crypto surgiu como uma moeda meme, e devido a viralização da internet, teve seu preço indo às alturas.

Entretanto, a proposta da Shiba Ino não parece ser muito clara. De acordo com a comunidade que apoia a crypto, a ideia é criar um projeto de criptomoeda totalmente descentralizado. Tanto que até a própria gestão é feita pela comunidade apoiadora, ou seja, uma gestão descentralizada.

A crypto é relativamente nova, tendo sido criada em agosto de 2020. Deste modo, ainda não é possível afirmar se a proposta de moeda totalmente descentralizada dará certo ou não. O projeto tem alguns fundamentos, que podem vir a gerar valor no futuro, como uma uma exchange descentralizada e a possibilidade de NTFs em que será possível negociar arte digital com os tokens da rede.

No entanto, a maior parte dos resultados continuam apenas como promessas, fazendo com que o mercado comece a precificar isso.

Com a perda do suporte o ativo mira o fundo.

Traçando as retrações de Fibonacci sobre o forte movimento de alta realizado em outubro, é notado que a crypto estava respeitando o suporte oferecido pela retração de 61,8%.

O ativo já vinha por vários dias testando o suporte, mas conseguia sempre se manter acima do mesmo.

Hoje, com o forte movimento de baixa, o suporte foi perdido. Isto pode dar início a um movimento mais direcional, com o ativo buscando a região de fundo formada antes da alta.

Como pode ser visto, o ativo continua se segurando no fundo deixado sobre a média móvel de 20 períodos. Isto poderia ser uma esperança para os compradores de que o ativo voltasse para a região de consolidação. No entanto, o mais provável é que o movimento de baixa seja realizado.

Caso a pressão vendedora se intensifique, pode ocorrer a continuidade da baixa até a região de fundo, conforme indicado pela seta branca. Isto é possível, pois como o ativo estava em consolidação, o movimento de hoje pode ser um rompimento. O que daria início a um movimento de baixa mais forte.

Mas ainda que a crypto suba, conforme indicado pela seta amarela, deverá bater na resistência e voltar a cair. Como a média móvel de 20 períodos está apontada para baixo, este indicador também se comporta como uma resistência. Deste modo, dificilmente o ativo conseguirá superar a região de fundo perdido.

Shiba Ino se segurando para não cair!

A Shiba Inu se tornou uma das criptomoedas mais comentadas nas últimas semanas. Isto se deve pela explosão que o ativo teve ao final de outubro, chegando a se valorizar mais de 200% em 5 dias. Contudo, de acordo com um relatório apresentado pela Bloomberg, grande parte desse movimento não passa de marketing.

No relatório, o autor argumenta que a alta de Shiba Inu se deve, em grande parte, pela correlação que tem com a Ethereum e pelo preço baixo. Isso, supostamente, motivou investidores mais arrojados a apostarem na alta da crypto.

O relatório aponta que este forte movimento de alta foi apoiado por uma mistura de fatores como: bom marketing, ESG e principalmente uma exploração de demanda vs. oferta em uma escala global, 24 horas por dia, 7 dias por semana.

E qual o cenário para a crypto?

Após um forte movimento de alta no início de outubro, a crypto passou vários dias trabalhando de forma lateral, para então subir novamente. O padrão realizado pelo ativo é conhecido como Power Breakout.

Como mostrado, após fazer um movimento de alta e se afastar da média móvel de 20 períodos, o ativo andou de lado. Quando a média móvel subiu até a região de preços, houve um novo movimento de alta.

Com essa forte alta, a crypto foi em linha reta até o terceiro alvo projetado pelo primeiro movimento de alta. Na sequência, o ativo começou a corrigir e agora vem trabalhando dentro das retrações de Fibonacci.

Ontem (10/11), o ativo testou pela segunda vez o suporte oferecido pela retração de 61,8%. Hoje, a crypto vem trabalhando em alta, superando novamente o suporte. Entretanto, com a queda de ontem a média móvel de 20 períodos foi perdida. Agora, esta média se comporta como uma resistência.

Observando a barra que a crypto vem formando hoje, é notado que o preço tentou subir, mas esbarrou na média. Caso o ativo não consiga superar a média, provavelmente iniciará um movimento de queda.

Inversão de tendência!

Como a Crypto fez o forte movimento de alta e recuou até a retração de 61,8%, mostrando respeito pelo suporte oferecido pela retração, é considerado que a tendência de alta ainda prevalece. A média móvel de 20 períodos também continua inclinada para cima, indicando a continuidade da tendência.

No entanto, a pressão vendedora vem se intensificando nos últimos dias. Caso a crypto perca a retração de 61,8%, provavelmente continuará o movimento de baixa.

Ao perder a retração de 61,8%, existe uma expectativa de que o ativo recue até o início do movimento. Ou seja, a crypto retornaria à região de consolidação em que estava antes da alta.

Dogecoin quer se recolocar à frente das memecoins

Nas últimas semanas, em meio à altas recordes e números históricos de titãs do mercado como Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH) e companhia, a Shiba Inu (SHIB) tomou parte dos holofotes para si.

Mesmo valendo ainda frações de centavos de dólares americanos e passando somente por seu primeiro momento de maturação, a incansável “Shib Army” vem fazendo sua parte para segurar o ativo enquanto aguarda o amadurecimento do projeto por trás de SHIB.

Com isso, não é simplesmente coincidência vermos, justamente nesse momento de oscilação da Shiba Inu, a sua “irmã mais velha” e rival Dogecoin (DOGE) se mexendo para retomar parte do destaque perdido.

Abordagem diferente deu resultado

A Dogecoin já é mais consolidada no mercado, apesar de ainda ter muito a fazer em seu promissor futuro. Tendo sua versão inicial lançada oficialmente em 6 de dezembro de 2013 por Billy Marcus e Jackson Palmer, chegou já em janeiro de 2014 a bater os US$ 60 milhões de capitalização.

O ativo foi fundado com o objetivo de atender uma fatia mais ampla e diversificada do público, escapando de problemas e polêmicas geralmente atravessados por outras criptomoedas ao abraçar a bandeira de “memecoin” para se promover a partir do bom humor. Do ponto de vista mais técnico, o projeto realmente entregava o que prometia com facilidade, abundância e preço acessível, chegando já ao meio do ano seguinte do seu lançamento aos 100 bilhões de coins mineradas.

Assim como Shiba Inu e sua armada, os investidores mais envolvidos com a Dogecoin são extremamente ativos na internet, o que colocou o ativo em evidência para o mundo em eventos como os jogos olímpicos de inverno de 2014, a Nascar (corrida em pista oval que faz sucesso nos Estados Unidos), sendo aceita por um período como método de pagamento na rede de fast-food Burguer King e arrecadando fundos em seu nome para causas humanitárias.

Movimentações como essas, atreladas ao humor e aos envolvidos investidores, atraíram os olhares do CEO da Tesla (TSLA), Elon Musk. Para muitos, essa conexão foi o ponto de virada da Dogecoin para ter a relevância que tem hoje, uma vez que Musk começou a agir quase como um garoto propaganda da moeda ao elogiar repetidas vezes a “força” da Doge e de sua comunidade no âmbito de trocas e pagamentos em geral.

Primeiros passos para reafirmar o protagonismo no seu nicho

A equipe responsável pela Dogecoin vê como favorável o momento para reafirmar o posto superior à Shiba Inu e começa seu “contra-ataque”. O principal destaque do âmbito mais prático de seu funcionamento fica por conta da atualização batizada de Core 1.14.5.

As novidades principais no processo são a redução de taxas envolvendo mineração e transações referentes à Dogecoin, além da elevação de nível na segurança tanto das Dogecoins já adquiridas mercado à fora, quanto da própria rede de funcionamento que registra movimentações e novas coins geradas.

Além das melhoras em seu funcionamento, a Doge voltou a ganhar holofotes após passar as últimas semanas ofuscada pela Shiba Inu com a ajuda do próprio Elon Musk.

No início de novembro (quinta-feira, dia 4) usuário de twitter Tree of Alpha revelou, após buscar pelos códigos-fonte das páginas de opções de pagamentos dos site da Tesla, que uma opção para compra de produtos com Dogecoin está sendo testada. O curioso é que os textos indicam que a opção de compra em Doge será descrita com a frase “Order with Shiba” – Pedir com Shiba, ao pé da letra no português.

Em primeiro plano, seria possível imaginar que a opção se referiria à Shiba Inu, mas além da clara preferência de Musk entre os dois ativos, mais detalhes indicam que o sistema da Tesla levará o cliente à uma página exclusiva para a troca e movimentação de Dogecoins.

Não existe muita surpresa na proximidade entre Shiba e Doge em aspectos de funcionamento, público e, principalente, objetivo. Contudo, a mais experiente dentre a moedas caninas já tem a sua disposição um portifólio de respeito além de aliado poderoso em Musk, pontos que, pelo menos por hora, coloca a Dogecoin em um patamar diferente da Shiba Inu e dos demais ativos que busquem seguir seus passos.

Crypto Radar: Solana capitaneia alta do mercado rumo ao metaverso

O excelente momento vivido no geral pelas criptomoedas em outubro segue, ao que tudo indica, também para novembro. Como os principais ativos do mercado, Bitcoin (BTC) e Ether (ETH) seguem com saldo positivo e aspirando voos ainda maiores, enquanto a explosiva Shiba Inu (SHIB) e outras moedas mais alternativas vão ganhando espaço e amadurecendo público e projeto.

Entretanto, considerando aspectos práticos junto aos valores atingidos, o principal destaque da virada de mês que impulsionou o Market Cap total a passar dos US$ 3 trilhões foi, sem dúvidas, a Solana (SOL).

Ao lado da rede Cardano (ADA), seu projeto surge como candidata à “assassina da Ethereum”. Mas enquanto sua rival passa por um momento de estagnação, apesar de seguir prometendo, a Solana cresce exponencialmente como um sistema versátil e resistente o suficiente para atender as necessidades dos aplicativos descentralizados e o cumprimento dos contratos inteligentes.

O projeto opera em camadas alternativas, geralmente da segunda ou terceira em diante, buscando encontrar alternativas para tornar os métodos operacionais em blockchains, geralmente encontradas nas camadas principais de redes – que já são extremamente exigidas.

Seu método de validação também é outro diferencial. O Proof of History se aproxima do Proof of Share (uma das principais armas da Cardano) ao consumir menos energia enquanto adiciona mais uma ferramenta de segurança aos seus processos ao utilizar o tempo médio de resposta da rede em movimentações para averiguar a legalidade de uso e da geração de SOL.

No domingo (7), o ativo bateu os US$ 260,06 e estabeleceu seu novo all-time high, sendo o ponto alto de uma forte tendência de alta que já vinha se desenhando nas últimas semanas. Vale ressaltar, portanto, dois motivos que impulsionaram Solana aos números históricos.

O primeiro é referente ao seu bom e constante desempenho. Enquanto Cardano patina, a rede em alta atrai cada vez mais usuários por contar com taxas transacionais consideravelmente baixas.

Além disso, inúmeros relatos de programadores que trabalharam com a Solana apontam que o sistema apresentou nos últimos dias respostas mais rápidas e satisfatórias, sobretudo em projetos de DeFi (Finanças Descentralizadas) e NFTs (Tokens Não-Fungíveis), do que a própria Ethereum.

O segundo, mas não menos importante motivo, junta os satisfatórios resultados da SOL ao primeiro grande passo da tecnologia atual rumo ao metaverso no anúncio feito por Mark Zuckenberg e o (agora) grupo Meta Platforms.

Como reflexo imediato, diversos criptoativos ligados à próxima grande era da tecnologia tiveram alta agressiva. Aspectos que envolvem justamente finanças descentralizadas e ferramentas de tokenização para uso de diversos itens dentro da novidade estão intrinsecamente ligados ao que se idealiza no metaverso.

Logo, a rede que vem se destacando pôde aproveitar as boas novas como um impulso. A junção desses fatores levou Solana a outro patamar, ultrapassando Tether e a rival Cardano em capital total de mercado ao chegar nos US$ 76 bilhões e tornar-se o quarto cripto do momento no mercado.

O ideal de ser a nova Ethereum ainda está distante, uma vez que Ether ocupa a segunda colocação no ranking com US$ 540 bi por si só, com a diferença aumentando ao somarmos os criptos que derivam de sua rede (o que bateria os US$ 829 bi, mais de 27% do mercado).

Mas por hora, Solana vai cumprindo com maestria a função de alternativa confiável, encontrando excelente posição no universo dos criptos enquanto ainda só arranha a superfície de seu enorme potencial.

Crypto Weekend: 5 à 7 de novembro

PL sugere criptoativos como pagamento de salários no Brasil

O Deputado Federal Luizão Goulart (Republicanos – PR), encaminhou à Câmara dos Deputados uma proposta de lei que permitiria aos trabalhadores de todo o Brasil receberem parte de seus salários por meio de criptomoedas– inicialmente, com enfoque em Bitcoins (BTC) – sobre as condições estabelecidas em acordos feitos entre empregados e empregadores. O projeto ainda está em suas primeiras discussões para que siga avançando na Câmara.

Os ativos dessa natureza ainda não têm curso reconhecido legalmente no país. Entretanto, nos últimos dois meses a conversa dos deputados em torno do projeto de lei 2303/15, que visa promover a regularização de criptos na economia brasileira, movimentou as pautas dos legisladores e agora começa a ampliar o alcance promovido pelo seu debate.

A proposta feita por Goulart foi oficializada dias depois de políticos de outros países também indicarem a possibilidade. Destaque para os Estados Unidos, onde prefeitos de duas das principais cidades do país – Nova Iorque e Miami – declararam a intenção de receberem seus pagamentos em Bitcoins e abrindo as portas para a mudança em outras classes de trabalhadores.

Regulamentação de criptos nos EUA volta a avançar, mas gera atrito

Falando em Estados Unidos e medidas regulatórias, as propostas feitas pelo senado americano acerca das criptomoedas e sua integração na economia nacional voltaram a avançar voltam a avançar após ter diminuído o ritmo nas últimas semanas.

Apesar do progresso do projeto já significar um marco histórico para as criptomoedas por si só enquanto aborda também pontos de melhora da estrutura de sistemas e da própria internet no país (não à toa, o projeto estipula orçamento de US$ 1 trilhão para seu pleno funcionamento), o texto sofre com críticas da comunidade apoiadora das moedas virtuais nos EUA.

De acordo com o Senador Pat Toomey, que lidera o grupo dos apoiadores dos criptoativos contrários à atual proposta, o texto vai contra os princípios da inovação tecnológica.

Toomey aponta que isso se deve ao fato do projeto não somente ao aproximar as movimentações de criptos da taxação tradicional, mas também por exigirem informações pessoais desnecessárias para as transações das moedas virtuais e contrariar boa parte do funcionamento de exchanges e carteiras virtuais – que mesmo sem regularização oficial, nunca foram apontadas como criminosas.

O primeiro projeto de lei mais concreto já elaborado sobre o assunto já foi aprovado em maioria tanto por democratas quanto por republicanos. Agora, aguarda o veredito do presidente Joe Biden.

Shiba Inu vai sobrevivendo seu batismo de fogo

E a Shiba Inu (SHIB) segue firme, mesmo vivendo uma montanha russa de emoções e valores. Após ser a grande estrela da reta final de outubro, passou por baixas consideráveis logo na primeira semana de setembro.

Fato é que a memecoin e sua fiel comunidade de apoiadores vem sobrevivendo bem ao primeiro momento mais turbulento pelo qual SHIB passa. Durante o sábado (6), ganhou força no Twitter, no Reddit e em outras plataformas, comparações entre a Shiba Inu e outras criptomoedas de destaque.

A postagem que teve mais alcance foi feita pelo analista John Erlichman, que colocou lado a lado até onde investimentos de US$ 1000 teriam chegado caso feitos exatamente em 6 de novembro de 2020. Enquanto o montante investido em Shiba Inu ultrapassaria os US$ 740 milhões, o segundo colocado, Axie Infinity (AXS) passaria por pouco os US$ 1 milhão.

A onda de positividade, somada ao reforço da Shib Army na ideia de segurar seus investimentos no ativo, ajudou a estabelecer resistência mais segura – na casa dos US$ 0,00055 – após o brusco movimento de queda que chegou aos US$ 0,000044 durante a última quinta-feira (4).

Agora, a armada de investidores volta seus olhos para a RobinHood, exchange que teve momentos de glória e de represália durante a revolução da GameStop, mas que segue consideravelmente popular.

Uma petição feita durante o fim de semana, que visa a adesão da SHIB junto às opções de criptomoedas da plataforma, já conta com mais de 500 mil assinaturas a seu favor. Caso ocorra a adesão, podemos estar testemunhando mais um passo extremamente positivo da Shiba Inu rumo à estabilização de seu sucesso.