Dow Jones mira patamar recorde em sessão de baixa liquidez, varejistas saltam

(Reuters) – O Dow Jones se aproximava de uma máxima histórica nesta quarta-feira, impulsionado pelas varejistas Home Depot e Nike, enquanto os recordes de infecções diárias de Covid-19 nos EUA continham os ganhos em meio à baixa liquidez na última semana do ano.

Home Depot e Nike Inc avançavam 1% e 2%, respectivamente, com relatórios recentes sugerindo fortes vendas de fim de ano para os varejistas norte-americanos.

“O mercado acha que a Ômicron atingirá apenas alguns setores da economia e muitas ações não serão tão afetadas”, disse Luiz Pacheco, assessor de fortunas da Brainvest Wealth Management com sede em Miami.

Seis dos 11 principais índices setoriais do S&P tinham alta. Energia, entretanto, caía 0,6%, conforme os preços do petróleo recuavam devido a preocupações com a demanda.

Às cerca de 13h55, o Dow Jones subia 0,16%, a 36.454,49 pontos, o S&P 500 recuava 0,003%, para 4.786,51 pontos, e o Nasdaq Composite tinha queda de 0,28%, para 15.737,142 pontos.

À medida que 2021 chega ao fim, os principais índices de ações dos EUA se encaminham para seu terceiro ano consecutivo de retornos anuais impressionantes, impulsionados por estímulos fiscais e monetários históricos. O S&P 500 deve alcançar seu desempenho de três anos mais forte desde 1999.

(Por Medha Singh)

Receio com queda da bolsa faz demanda por opções aumentar nos EUA

Nos EUA, os investidores estão cada vez mais se voltando para a ferramenta das opções para se protegerem caso o mercado de ações caia nas próximas semanas.

Os traders estão aumentando as compras de contratos de opções de venda (chamadas de puts), na esperança de que os derivativos ofereçam uma proteção caso as ações caiam do território recorde. 

Vários são os fatores para justificar uma possível queda.

Primeiramente, o fato do S&P 500 está constantemente renovando seu topo histórico, sem uma alta correspondente nos lucros das empresas, é um indicativo de que as ações podem estar caras.

Além disso, há o receio de uma nova onda de disseminação da variante do coronavírus, chamada de Ômicron. 

Outro fator que tem causado apreensão entre os investidores é a política monetária mais rígida do Federal Reserve (Fed), que deve aumentar os juros em meados de 2022.

Tudo isso tem levado tanto os comerciantes de varejo quanto os institucionais a adotarem medidas para se proteger contra uma eventual reviravolta dos mercados.

O que são opções?

Opções são contratos negociados no mercado financeiro que dão ao seu detentor o direito de comprar ou de vender um determinado ativo por um valor estabelecido em uma data específica do futuro. 

Um contrato de opção estabelece um preço predefinido (preço de exercício, também chamado de strike) e uma data de vencimento em que a negociação poderá ou não ocorrer, a depender da situação.

Basicamente, há dois tipos de contratos de opções:

  1. Opções de venda (chamadas de put);
  2. Opções de compra (chamadas de call).

Dessa forma, a pessoa que comprou uma opção de compra (call) de uma ação terá o direito de exercer a compra do ativo a um preço determinado em uma data futura (data de vencimento).

Enquanto que, do outro lado, a pessoa que vendeu a call terá a obrigação de comprar o ativo ao preço estabelecido na data acordada.

O contrário ocorre em contratos de puts (opções de venda). Ou seja, o comprador terá o direito de vender a ação pelo preço estipulado, enquanto que o vendedor da opção terá que fazer a compra caso o titular exerça seu direito.

Em termos gerais, todo direito é acompanhado de um dever. Caso eu queira ter o direito de negociar um ativo a um determinado preço específico, outra pessoa terá que assumir um dever com essa negociação.

Para adquirir uma opção é preciso pagar um certo preço (prêmio da opção). Esse valor irá para o agente que aceitar incorrer na obrigação estipulada no contrato.

O que o aumento da procura de opções significa?

A mudança de comportamento dos investidores nos EUA é uma mudança digna de nota. Isso porque indica que a sensação de incerteza e o medo vem aumentando entre os agentes de mercado, o que pode gerar uma fuga das bolsas a partir de pequenos ruídos negativos.

“Quando você tem inflação, registra altos preços de ativos e taxas de juros em alta, isso cria uma tempestade perfeita para pessoas que desejam comprar um pouco de proteção extra”, disse Tom Sosnoff, cofundador da corretora Tastyworks. 

“Sempre que você consegue recordes de alta, as pessoas pensam ‘quando é que o sapato vai cair?’.”

Vishal Vivek, estrategista do Goldman Sachs, observou que as negociações de opções de venda de ações atingiram um recorde de US$ 353 bilhões em 3 de dezembro e que os volumes diários médios de negociação de US$ 233 bilhões em novembro foram um recorde histórico. 

Vivek acrescentou que a média de volume de venda diária de US$ 217 bilhões em dezembro permaneceu elevada “apesar de um declínio nas opções de compra de ações individuais”. 

Há sinais de que parte dessa compra está vindo de traders varejistas. Jason Goepfert, da SentimenTrader, estima que cerca de 23% dos novos contratos de opções de varejo abertos na semana encerrada em 17 de dezembro foram para opções de venda, ante 16% no início de novembro.

Van Dooijeweert acrescentou que não foram simplesmente os comerciantes de varejo se voltando para as opções. Os grandes gestores de dinheiro também estão se movimentando em torno de contratos de opções, usando-os para proteger suas carteiras em vez de títulos do Tesouro.

De acordo com dados da Cboe Global Markets e Option Metrics, no geral, o número de contratos de venda em aberto aumentou mais de 25% desde o final de 2019.

Wall St tem 5° pregão de alta; S&P 500 toca máxima recorde

Por Medha Singh e Bansari Mayur Kamdar

(Reuters) – O S&P 500 rondava máximas recordes nesta terça-feira, com a confiança na economia dos Estados Unidos ajudando investidores a afastar preocupações sobre interrupções de viagens e fechamentos de lojas causados pela variante Ômicron do coronavírus, com Wall Street estendendo um rali de quatro dias em meio a baixos volumes de negociação.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA encurtou o tempo de isolamento recomendado para norte-americanos com casos assintomáticos de Covid-19 para cinco dias, ante orientação anterior de dez dias.

A atualização da orientação do CDC, associada às aprovações de novos comprimidos e mais vacinas contra a Covid-19, ajudou o mercado a olhar além dos milhares de cancelamentos de voos e do fechamento das lojas da Apple em Nova York devido ao aumento de casos da doença, deixando os três principais índices de Wall Street a caminho de ganhos mensais.

“Esta mudança de política está enviando a mensagem de que (a Covid) está se tornando mais parecida com a gripe e menos com as variantes que vimos no início, quando não tínhamos tratamentos, nem vacinas e era muito mais mortal”, disse Thomas Hayes, membro gerente da Great Hill Capital, em Nova York.

O S&P 500 e o Nasdaq registraram na segunda-feira sua melhor sequência de quatro dias desde novembro de 2020, com o S&P 500 fechando em pico histórico.

Entre os 11 principais setores do S&P 500, oito eram negociados em alta nesta terça-feira, com o índice financeiro liderando os ganhos.

Às 12:45 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,48%, a 36.476,78 pontos, enquanto o S&P 500 ganhava 0,15%, a 4.798,30 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq Composite recuava 0,05%, a 15.863,71 pontos.

(Por Medha Singh em Bengaluru)

S&P 500 crava máxima recorde por ânimo com vendas no varejo

(Reuters) – O índice S&P 500 atingiu uma pontuação máxima recorde nesta segunda-feira, com um robusto relatório de vendas no varejo destacando a força da economia e ofuscando preocupações com cancelamentos de voos causados pela cepa Ômicron no início da última semana de negociações deste ano.

Às 12:20 (de Brasília), o índice S&P 500 ganhava 0,63%, a 4.755,77 pontos, enquanto o Dow Jones subia 0,40%, a 36.092,99 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq Composite avançava 0,81%, a 15.780,61 pontos.

As vendas no varejo no país aumentaram 8,5% durante a temporada de compras de fim de ano em 2021, de 1º de novembro a 24 de dezembro, impulsionadas por um boom do comércio eletrônico, mostrou um relatório da Mastercard Inc.

O índice de varejo do S&P 500 se firmava 0,5%.

“Apesar da variante e das interrupções nas viagens, as vendas no varejo subiram fortemente, o que é um bom presságio para a economia que entra no novo ano”, disse Peter Cardillo, economista-chefe de mercado da Spartan Capital Securities, em Nova York.

“O mercado continuará a subir, embora o fator de medo do vírus continue prevalecendo”, disse Cardillo.

Ações relacionadas a viagens, normalmente sensíveis a notícias sobre o coronavírus, caíam depois de as companhias aéreas dos EUA cancelarem mais cerca de 800 voos nesta segunda-feira, após cancelamento de milhares de viagens durante o fim de semana de Natal, com a disparada dos casos da Ômicron.

O índice S&P 1500 de companhias aéreas caía 1,6%. As operadoras de cruzeiros Norwegian Cruise Line Holdings, Royal Caribbean e Carnival Corp cediam entre 2,2% e 3%, liderando as quedas no S&P 500.

Nove dos 11 principais índices setoriais do S&P 500 avançavam, com tecnologia liderando os ganhos percentuais.

Os principais índices de ações dos Estados Unidos estão a caminho de um terceiro ganho anual consecutivo, com o S&P 500 por ora em alta de 26,4% em 2021. O Dow subia 17,8%, enquanto o Nasdaq ganhava 22,1%.

(Por Medha Singh e Anisha Sircar)

S&P 500 ronda máxima recorde com menor temor sobre Ômicron

(Reuters) – Os principais índices de Wall Street subiam pela terceira sessão consecutiva nesta quinta-feira, após dados iniciais sugerirem que a variante Ômicron do coronavírus é menos grave do que o temido, melhorando o humor do mercado antes do fim de semana prolongado do Natal.

O S&P 500 estava perto de sua máxima recorde alcançada em 22 de novembro, numa sessão de ganhos amplos entre os setores, incluindo ações relacionadas a viagens –altamente sensíveis a notícias relacionadas à pandemia.

As operadores de cassino Melco Resorts & Entertainment Ltd, Wynn Resorts e MGM Resorts subiam entre 1% e 6%, enquanto o índice S&P 1500 de companhias aéreas avançava 0,7%.

Dois fabricantes de vacinas disseram que seus imunizantes ofereciam proteção contra o Ômicron. Isso depois de informações do Reino Unido sugerirem que a cepa pode causar proporcionalmente menos hospitalizações do que a variante Delta, apoiando conclusões alcançadas na África do Sul.

Funcionários da Organização Mundial da Saúde (OMS), no entanto, alertaram contra tirar conclusões firmes sobre a virulência da Ômicron.

À medida que investidores entram no novo ano após o que tem sido um excelente 2021 para os mercados de ações, espera-se que o impacto da variante Ômicron na economia global permaneça no foco.

O S&P 500 está a caminho de um ganho de 87% desde o fim de 2018, seu melhor desempenho de três anos em mais de duas décadas.

“Na verdade, 2022 será um ano melhor do que as pessoas estão prevendo”, disse Sam Stovall, estrategista-chefe de investimentos da CFRA Research.

Com os volumes de negócios mais reduzidos do que o normal antes do Natal e do Ano Novo, os principais índices de Wall Street caminhavam para encerrar em alta a encurtada semana.

Às 13:03 (de Brasília), o índice S&P 500 ganhava 0,60%, a 4.724,88 pontos, enquanto o Dow Jones subia 0,62%, a 35.975,35 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq Composite avançava 0,75%, a 15.638,19 pontos.

(Por Medha Singh e Bansari Mayur Kamdar)

Wall St sobe com dados econômicos positivos e atualização sobre Ômicron

Por Shreyashi Sanyal e Anisha Sircar

(Reuters) – O S&P 500 e o Nasdaq subiam nesta quarta-feira com um impulso das ações da Tesla, enquanto dados econômicos melhores do que o esperado ampliavam os sinais de que o impacto da variante Ômicron do coronavírus na recuperação econômica pode ser limitado. A confiança do consumidor dos Estados Unidos melhorou mais do que o esperado em dezembro, sugerindo que a economia continuará a se expandir em 2022, apesar do ressurgimento das infecções por Covid-19 e da redução do estímulo fiscal. A leitura final dos dados do Produto Interno Bruto mostrou que o crescimento econômico desacelerou com força no terceiro trimestre devido ao aumento nas infecções por Covido-19, mas desde então a atividade acelerou, colocando a economia no caminho de registrar este ano o melhor desempenho desde 1984.

Um estudo sul-africano sugeriu que pessoas infectadas com Ômicron tinham muito menos probabilidade de precisarem ir a hospitais do que aquelas com Delta, diminuindo as preocupações sobre a gravidade da nova cepa que forçou países em todo o mundo a impor novas restrições.

Às 14:34 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,58%, a 35.697,88 pontos, enquanto o S&P 500 ganhava 0,73%, a 4.683,04 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq Composite avançava 0,84%, a 15.470,58 pontos.

Disseminação da Ômicron provoca temores de restrições mais duras e Wall St cai

Por Shreyashi Sanyal e Anisha Sircar

(Reuters) – Os principais índices de Wall Street caíam mais de 1% nesta segunda-feira, pressionados por preocupações com o impacto de restrições mais rígidas contra a Covid-19 na economia global e um revés potencialmente devastador para um plano trilionário de investimentos do presidente norte-americano Joe Biden.

O aumento das infecções globais pela nova variante gerava preocupações nos mercados financeiros, uma vez que vários países europeus e o Reino Unido avaliam a possibilidade de restrições durante o Natal.

As ações de viagem sofriam as maiores quedas, com o índice S&P 1500 de empresas áreas em baixa de 2,0%. O Royal Caribbean Group perdia 1,8%, depois de dizer que 48 pessoas em seu navio de cruzeiro Symphony of the Seas testaram positivo para a Covid-19.

“Tipicamente, o que acontece na Europa é como uma prévia do que vemos nos Estados Unidos”, disse Chris Zaccarelli, chefe de investimento da Independent Advisor Alliance.

Todos os 11 principais setores do S&P 500 caíam neste pregão, com o de energia em forte queda de 3,0%, em meio ainda ao tombo do petróleo.

Tecnologia, serviços de comunicação e consumo discricionário, setores que reúnem a maioria das ações de empresas de crescimento com megacapitalização de mercado, estendiam as perdas da sessão anterior.

Afetando ainda mais o sentimento, o senador norte-americano Joe Manchin disse no domingo que não dará suporte ao projeto de 1,75 trilhão de dólares de investimento doméstico do presidente norte-americano, Joe Biden.

Às 12:23 (de Brasília), o índice Dow Jones caía 1,67%, a 34.775,41 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 1,55%, a 4.548,79 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq Composite recuava 1,49%, a 14.943,07 pontos.

Antes de Fed, S&P 500 e Nasdaq recuam com inflação ao produtor mais alta nos EUA

(Reuters) – Os índices em Wall Street caíam nesta terça-feira, após dados mostrarem que os preços ao produtor aumentaram mais do que o esperado em novembro e antes de o banco central norte-americano possivelmente anunciar corte mais acelerado de estímulos na quarta-feira.

A variante Ômicron do coronavírus, de rápida disseminação, também segurava o ânimo depois que o S&P 500 bateu uma máxima recorde de fechamento no término da semana passada.

Os declínios eram liderados por ações de megacaps de tecnologia e do setor de comunicação. Meta Platforms, Microsoft Corp, Tesla Inc, Alphabet Inc e Amazon.com Inc caíam entre 0,8% e 3%.

“As pessoas estão tentando criar um ambiente… para desacelerar a propagação ou a gravidade (da Ômicron), mas também para pessoas que estão bem e querem participar da economia. Portanto, há um jogo de estica e puxa aqui”, disse Tom Martin, gestor sênior de portfólio da Globalt.

“Investidores querem estar posicionados de forma neutra até o fim do ano. Eles não querem fazer muitas negociações entre agora e depois, desde que não haja nada de desagradável acontecendo.”

Apple Inc subia 0,7%, contrariando a tendência entre seus pares de peso, enquanto se mantinha no caminho para se tornar a primeira empresa global de 3 trilhões de dólares em valor de mercado.

Dados do Departamento de Trabalho mostraram que o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) para a demanda final nos 12 meses até novembro subiu 9,6%, maior ganho desde novembro de 2010, após aumento de 8,8% em outubro.

Sete dos 11 principais índices setoriais do S&P 500 subiam, com o financeiro em alta de 0,7%, já que investidores esperam um tom duro com a inflação por parte do Fed ao fim de sua reunião de dois dias, na quarta-feira.

O banco central dos EUA provavelmente sinalizará uma redução mais rápida das compras de ativos e, portanto, um início antecipado dos aumentos das taxas de juros para conter a rápida elevação dos preços.

Às 12:42 (de Brasília), o índice Dow Jones caía 0,15%, a 35.595,83 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 0,44%, a 4.648,40 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq Composite recuava 1,23%, a 15.223,37 pontos.

(Por Shreyashi Sanyal e Anisha Sircar)

Índice europeu avança antes de semana cheia para BCs

Por Anisha Sircar

(Reuters) – As ações europeias subiam nesta segunda-feira, impulsionadas por setores economicamente sensíveis antes de uma série de decisões de política monetária que poderia incluir o fim antecipado do estímulo nos Estados Unidos.

O clima global era bastante otimista, depois de dados de inflação nos EUA em linha com as expectativas empurrarem o índice S&P 500 a uma máxima histórica na sexta-feira.

O foco do investidor está nas decisões de política monetária que devem ser tomadas pelos bancos centrais de zona do euro (BCE), EUA (Fed), Inglaterra (BoE) e Japão (BoJ) nesta semana.

O BCE deve reduzir pela metade a quantidade de ativos que compra a cada mês a partir de abril, de acordo com uma pesquisa da Reuters, a qual mostrou que um alívio na alta inflação da zona do euro até o fim de 2022 significa que um aumento nas taxas está a anos de distância.

“Será uma semana relativamente ‘dovish’ (BCs inclinados a estímulos) devido à Ômicron”, disse Willem Sels, diretor global de investimentos do HSBC, acrescentando que o BCE provavelmente manterá seu programa de compra de emergência para pandemia (PEPP, na sigla em inglês) devido ao surgimento da nova variante.

O índice pan-europeu STOXX 600 tinha alta de 0,51%, a 478,00 pontos.

Em LONDRES, o índice Financial Times recuava 0,13%, a 7.282,36 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX subia 0,91%, a 15.765,18 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 ganhava 0,22%, a 7.007,25 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib tinha valorização de 0,63%, a 26.889,72 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 registrava alta de 0,30%, a 8.385,60 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizava-se 0,04%, a 5.489,24 pontos.

Wall St sobe após dados de inflação em linha com estimativas

Por Devik Jain e Shreyashi Sanyal

(Reuters) – Os principais índices de Wall Street avançavam nesta sexta-feira, após dados mostrarem que os preços ao consumidor norte-americano subiram no mês passado em linha com as expectativas, tirando alguma pressão de investidores preocupados com um aperto agressivo da política monetária nos Estados Unidos.

O relatório do Departamento do Trabalho mostrou que os preços ao consumidor norte-americano aceleraram 6,8% nos 12 meses até novembro, maior alta desde 1982, conforme o custo de bens e serviços subiu com força em meio a restrições de oferta.

“Essa divulgação não impedirá (o Fed) de acelerar o processo (de redução gradual), permitindo ao banco central elevar os juros no início do próximo ano, caso necessário”, disse Jai Malhi, estrategista de mercado global do JP Morgan Asset Management.

Às 13:21 (horário de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,01%, a 35.758 pontos, enquanto o S&P 500 ganhava 0,204609%, a 4.677 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuava 0,08%, a 15.505 pontos.

As ações da Oracle subiam 15,1% depois que a fabricante de software empresarial fez uma previsão positiva para o terceiro trimestre.

Nove dos 11 principais setores do S&P avançavam no início do pregão, com o setor de tecnologia da informação, que engloba empresas como Apple, Microsoft e Nvidia, com a maior alta.

(Por Devik Jain, Shreyashi Sanyal e Bansari Mayur Kamdar em Bengaluru)